LULA, TRUMP E VENEZUELA - EMENDAS PIX - PETROBRAS VAI FURAR O AMAZONAS - LIVE NA ZONA
By Zonacurva
Summary
## Key takeaways - **Trump lawyer criticizes Lula's 'Latin American doctrine'**: Martin De Luca, lawyer for Trump Media, criticized President Lula's recent speech advocating for a Latin American doctrine, stating that Lula's red shirt and tone resembled Hugo Chavez's anti-US stance in the 2000s. [04:07] - **Lula warns against foreign intervention in Latin America**: President Lula affirmed that foreign interventions could cause greater damage than intended, emphasizing the importance of maintaining the region as a zone of peace free from weapons of mass destruction and ethnic conflicts. [08:06] - **Brazil navigates US trade tensions with pragmatism**: Brazil, under President Lula, has adopted a pragmatic approach to trade negotiations with the United States, successfully negotiating exemptions from tariffs and demonstrating economic resilience, unlike other nations that have capitulated. [13:07] - **Petrobras gets IBAMA license for Amazon drilling**: Petrobras received an operating license from IBAMA to drill an exploratory well in the Amazon's pre-salt layer, a move criticized by environmentalists as contradictory to Brazil's climate transition discourse, especially with COP30 approaching. [27:09] - **US Supreme Court allows discriminatory immigration stops**: The US Supreme Court has allowed the Trump administration to continue detaining immigrants based on race or language, a decision that critics argue violates constitutional protections and signals a move towards authoritarianism. [59:00] - **Public funds diverted to music shows in health-lacking towns**: In Minas Gerais, 33 municipalities without hospitals spent 8 million reais of public funds, primarily from Pix amendments, on hiring artists, mostly sertanejo singers, highlighting a misuse of funds for entertainment over essential services. [01:17:33]
Topics Covered
- Lula demands sovereignty for Latin America.
- How Brazil's economy outmaneuvered Trump's tariffs.
- Brazil's climate leadership is a contradiction.
- You can go buy bread and not return.
- Public funds for concerts, not hospitals.
Full Transcript
เฮ
Salve salve família, boa noite. Boa
noite. Vamos chegando para mais uma
segunda-feira, mais uma semana
começando.
Como estamos? Tudo tranquilo? Como foi
os final de semana? Comenta aí para mim,
fala comigo, deixa o like na live,
compartilha com seus amigos. Se você
acha que alguém vai gostar de participar
aqui com a gente,
chama aí, chama geral, comenta para mim
de qual cidade que você tá tá
acompanhando.
E vamos embora para mais uma
segunda-feira. Deixa eu tacar a câmera
aqui para baixinho. Bora. Fico cabeçudo,
mas não tem problema não. Hoje são 20 de
outubro. Dia 2025, feriado. Feriado, só
os cachorros trabalhando hoje. Uf, uf.
Dia mundial da osteoporose, dia mundial
da estatística, dia mundial do
controlador de tráfego aéreo, dia do
poeta, dia do arquivista, dia do
maquinista ferroviário, esses três no
Brasil. Aqui também é dia nacional da
filantropia.
Aniversário do município de Domingos
Martins, Paracatu, Florânia. Eliseu
Martins, Amélia Rodrigues, Terra Nova e
Conceição do Jacuípe, além de Itápolis,
Ribeira e Tarumã, espalhados por este
vasto Brasil. Bom, falei que hoje é
feriado, 20 de outubro, é dia do
comércio hoje, não é?
Dia do comerciário, na verdade, né?
Eh, foi um baita feriado. Fui no
shopping hoje tentar comprar uma parada,
tava tudo fechado, mané. Tudo fechado
mesmo. Pior que tava mesmo. É isso.
Bora, bora, bora para bomba da semana,
então, né? Bora, bora que o clima não tá
muito bom, mas parece que pode piorar,
hein. Advogado de Trump critica discurso
de Lula. Camisa vermelha,
Tom. Me lembram o Hugo Chaves. Ah, meu
irmão, [ __ ] O que tu pensa
presidente Lula? Não é não. [ __ ] ele
tá no modo campanha, então agora ele tá
esquerdalha brabo.
Deveria, pelo menos. Advogado da Trump
Media, empresa de tecnologia que
pertence a Donald Trump e da plataforma
Rumble Martin De Luca criticou o
discurso que Lula fez no último sábado,
em que defende uma doutrina
latino-americana e diz que nunca mais um
presidente de outro país ouse falar
grosso com o Brasil porque a gente não
vai aceitar. para não comou mesmo. A
gente quer formar uma doutrina
latino-americana com professor
latino-americano, com estudantes
latino-americanos, para que a gente
possa sonhar com esse continente que um
dia vai ser independente, que nunca mais
um presidente de outro país ouse falar
grosso com o Brasil, porque a gente não
vai aceitar, disse o presidente
brasileiro. Em discurso a estudantes em
São Bernardo do Campo, jogando em casa,
né? Na madrugada dessa segunda-feira,
Deluca foi às redes sociais e atacou o
ótimo vídeo de Lula pedindo uma nova
doutrina latino-americana para que os
países da região enfrentem o grande mau
presidente americano para que ele não
ouse ser rude com seus líderes. Abre
aspas. Primeiro, a camisa vermelha, o
tom e a substância me lembram Hugo
Chaves, em meados dos anos 2000, quando
ele tentava criar um eixo contra os
Estados Unidos da América. Fecha aspas",
disse o advogado compartilhando um vídeo
de um jornalista da ultradireita
brasileira e lembrando o ex-presidente
venezuelano.
Em segundo lugar, entendo que Lula
esteja olhando ao redor e ficando
bastante preocupado com o rumo que as
coisas estão tomando. Mas não é tão
inteligente fazer isso quando se está
fazendo lobby agressivo para reverter as
tarifas americanas. Aí esse animal
compartilhou isso aqui no Twitter, ó,
enquanto o Lula falava ali,
né, enquanto o Silvo Navarro
compartilhava a fala do Lula. Bora ver,
vocês estão vendo? Bora ver então o que
que esses caras falaram aqui, que que o
Lula falou. Lembrando que daqui a pouco,
7:30, Fernando e Lilian vão se juntar
aqui. Aí a gente talvez até veja esse
vídeo de novo, se o Twitter quiser, né?
Tá vendo que o Twitter não tá muito de
boa com a gente hoje? Então, deixa o
like na live aí paraa gente fazer o
Twitter funcionar junto. Twitter falou
aqui que vocês deixarem 10 likes na live
aí ele vai rodar o vídeo. Rodou
>> uma doutrina latino-americana.
>> Uma doutrina latino-americana. Tem que
ter mesmo, irmão. Tem que ter mesmo. Eu
quero orçal. A gente quer formar uma
doutrina latino-americana com professor
latino-americano, com estudante
latino-americano, para que a gente possa
sonhar que esse continente um dia vai
ser independente, que nunca mais um
presidente de outro país ouça falar
grosso com o Brasil. Perfe isso. Tá
errado. Tá errado.
>> Pode tá blefando, pode. Mas não tá
errado.
>> Não é uma questão de coragem, é uma
questão de dignidade integração tá
maluco.
>> Porque dignidade e caráter vocês não
comprarão.
>> Imagina, pô, vou pro Equador, pega uma
[ __ ] de um metrô e vai um trem bala.
[ __ ] meu irmão. É isso que a América
Latina precisa, integração,
infraestrutura.
Enche essa [ __ ] de metrô, trem, a [ __ ]
toda, mano. Faz uma moeda única pra
gente fazer frente com euro, com dólar.
Vamos para cima, [ __ ] [ __ ] chega de
servir de de fazenda e e mina de de ouro
para esses cara. Ouro, cobalto, ferro,
[ __ ] Que seja
>> shop. Vocês não comparam em fre shop.
Vocês não compararam. vocês adquiriram
no berço. É o pai e a mãe de vocês que
deu a sustentabilidade de caráter para
definir o que a gente é. E cabe a nós do
governo apenas abrir a porta para que
vocês possam entrar com a energia de
vocês, com a força de vocês, com o sonho
de vocês e dizer: "O Brasil do futuro
será melhor do que o Brasil do
presente".
Tem que ter uma revolução. Então, meu
presidente. Ó, já que falei da bomba, ó.
A bomba aí, ó. Lula sobre guerra de
Trump na Venezuela. Intervenção pode
causar danos maiores. Desastre se
desenhando aqui na América Latina.
Então, eu acho que esse discurso do Lula
é importante para [ __ ] Por mais que
ele não faça um aceno direto à
Venezuela. Na real, o Lula tá bem
afastado da Venezuela, do Maduro, né?
Vamos lembrar que o o a Venezuela não
entrou no Brick porque o Lula não quis.
Quem disse isso foi o próprio Putin, tá
ligado? Então é isso, né? A parte da
Venezuela tá tão isolada, eh,
imprescindivelmente tem um pouco do do
Lula, eh, não querer ter dado o braço a
torcer para as eleições da Venezuela,
né? Ele foi resistente e isso pode até
voltar contra ele no futuro. O
presidente Luiz Inácio Lula da Silva
defendeu a soberania nacional e afirmou
que intervenções estrangeiras podem
causar danos maiores do que o
pretendido. Em referência à crescente
tensão entre os Estados Unidos e a
Venezuela, após o governo estadounidense
sinalizar a possibilidade de ações
militares diretas contra o regime de
Maduro. Na América Latina e Caribe
também vivemos um momento de crescente
polarização e instabilidade. Manter a
região como zona de paz é a nossa
prioridade. Somos um continente livre de
armas, de destruição em massa, sem
conflitos étnicos ou religiosos.
Intervenções estrangeiras podem causar
danos maiores do que o que se pretende
evitar", afirmou Lula durante a
cerimônia de entrega de cartas
credenciais realizada na manhã dessa
segunda-feira, hoje, dia 20 de outubro.
O posicionamento do presidente reforça a
linha histórica da diplomacia
brasileira, que defende o princípio de
não intervenção e da solução pacífica de
controvérsias e busca ainda colocar
panos quentes na situação que se
ocorresse, seria em um dos vizinhos do
Brasil, possibilitando um impacto
interno em caso de guerra. Lula ainda
destacou que no depender do Ministério
das Relações Exteriores, o Itamarati,
todos os diplomatas serão bem tratados
com foco na manutenção das relações
cordiais, comerciais e pacifismo. Ele
tomou tempo para destacar que não
haveria negacionismo. Abre aspas. Vocês
serão tratados e terão a atenção do
Itamarati como se fossem amigos nossos
há muitos anos. Porque o que nós
queremos é mostrar o mundo que nós
precisamos fortalecer o
multilateralismo. E o multilateralismo é
baseado na boa relação cordial,
econômica, comercial e sobretudo uma
relação pacífica, sem ódio, sem
negacionismo e sem ferir o princípio
básico da democracia e dos direitos
humanos. completou o presidente durante
seu discurso aos diplomatas que recém
tomavam posse no Planalto.
Foram 28 embaixadores que tomaram posse
por meio da entrega das cartas
credenciais, sendo pertencentes aos
seguintes países: Elo Salvador, Albânia,
Reino do Cambódja, Reino da Tailândia,
República Unida da Tanzânia, República
da Belarus, República do Kênia,
Sultanato de Omã, República Dominicana,
Burquinafaso Bangladest Mauritânia
Sudão, República do Senegal, Uruguai,
República Democrática do Congo,
Confederação Suíça, Países Baixos, Reino
da Bélgica, Emirados dos Árabes Unidos,
Irlanda, República da Zâmbia, Áustria,
República da Finlândia, Malásia,
República de Gana, República Libanesa e
a República Democrática Socialista do
Sri Lanka. O comentário de Lula ocorre
em meio à escalada de declarações do
presidente dos Estados Unidos, Donald
Trump, que em plena corrida eleitoral
prometeu libertar o povo venezuelano do
comunismo, caso voltasse à Casa Branca.
Ele retornou ao governo e agora a Casa
Branca prepara uma guerra com a
Venezuela sob protesto de seus cidadãos.
O embate retoma um velho padrão de
tensão hemisférica, no qual os Estados
Unidos justificam sanções e possíveis
intervenções na Venezuela com base em
argumentos de defesa da democracia e dos
direitos humanos. Desde 2019, quando
Washington reconheceu o Juan Guaidó como
presidente interino, a relação com
Caracas se deteriorou. Historicamente, o
partido republicano do qual Donald Trump
faz parte costuma focar suas ações na
América do Sul, enquanto os democratas
foca sua visão no Oriente Médio. Então é
isso, né? Parece que trocou o conflito
do Oriente Médio para cá. Conseguiram
ali parte de paz eh na pelo menos
promessas de paz na Ucrânia, na Rússia e
e na faixa de Gaza. Em detrimento pau no
cu latino. É isso, né? É isso mesmo.
Diante das agressões, ameaças e
imposições,
calma aí. Entre tarifas e diplomacia,
Lula virou o jogo na negociação com os
Estados Unidos, mas a disputa ainda é
longa. Agora sim, diante das agressões,
ameaças e imposição de medidas
comerciais unilaterais dos Estados
Unidos, a grande maioria dos líderes dos
países atingidos resolveu baixar a
cabeça, demonstrar humildade excessiva
e, sobretudo bajular o imperador
imaginário do mundo. No caso da China e
da União Europeia, ambos têm a
capacidade econômica e comercial para
responder imediatamente à altura. A
China fez, a União Europeia não, em
parte por falta de coesão política entre
os 27 países e em parte pela dependência
militar diante da potência russa. Mas a
China não foi o único país a manter uma
atitude firme. O Brasil também o fez. ou
melhor, Luís Inácio Lula da Silva fez em
plena coerência com a sua trajetória,
ignorando apelos e argumentos para optar
por um pragmatismo subordinado de várias
partes externas e provavelmente também
internas ao governo. Cabe relembrar dois
episódios logo em 2023, perdão, logo em
2003, seu primeiro ano como presidente,
mostrando uma mudança de atitude diante
do episódio em que o ministro Celso
Sulaffer tirou os sapatos no aeroporto
de Miami no início de 2002 em obediência
às regras de segurança. Lula declarou
que um ministro que tirasse sapatos em
viagem oficial deixaria de ser ministro
e negociou isso com os próprios Estados
Unidos da América. No mesmo ano foi
convidado para participar de uma reunião
do G8, sentado ao lado de Celso Amorim.
Quando Bush entrou na sala, todo mundo
se levantou, menos Lula e por tabela seu
ministro, porque ninguém tinha se
levantado para ele ou outro líder. Em
2010, participando da cerimônia de novos
diplomatas no Itamarati, ele fez questão
de contar essa história em detalhes. E
como é conhecido, ao contrário do que se
imaginava, a relação entre Lula e Bush
fluía, garantindo um respeito mútuo
entre os dois países. Não obstante as
fortes críticas de Lula, a invasão do
Iraque, a área de livre comércio das
Américas, a ALCA, e a vários outros
conflitos de interesses e posições.
Agora a dúvida era como isso funcionaria
com o Trump, uma tarifa nacional de 40%
que levou o patamar paraa então mais
alta de 50%. com acusações de
desrespeito a eleições livres e ao
direito à livre expressão, gerou grande
pressão. Mas com a mesma atitude de
Lula, ele imediatamente desmascarou a
famosa carta de Trump de 9 de julho, que
iniciou o tensionamento entre os dois
países como desrespeitosa,
mal formulada e ainda com erro grave ao
usar como argumento um suposto superavit
comercial do Brasil na relação
bilateral, o que é mentira.
Foi também com essa postura que Lula não
caiu na armadilha de ligar para Trump
quando esse respondeu a uma pergunta de
uma jornalista brasileira lá no dia
primeiro de agosto, dizendo que Lula
poderia ligar para ele quando quisesse.
A estratégia de aguardar o momento em
que houvesse uma base mínima de respeito
múo era arriscada diante da
imprevisibilidade de Trump e do poder
econômico, político e militar dos
Estados Unidos. Aparentemente foi o
charme de Lula no breve encontro com
Trump nas Nações Unidas em 23 de
setembro que destravou o impasse. Embora
não se deva duvidar da importância da
capacidade do presidente brasileiro de
envolver e encantar seus interlocutores,
o fato de Trump ter avisado que queria
trocar algumas palavras com Lula já
sinalizava uma abertura como reação a um
conjunto de fatores. Em primeiro lugar,
o sucesso é do que pode ser chamado de
diplomacia empresarial paralela, que
contou também com o apoio do governo
brasileiro. Isso fez com que, logo de
cara 2/3 das exportações estivessem
isentos da bombástica sobre taxa de 40%.
Um exemplo é Embraé, que além de
exportar também porta peças para sua
produção dos próprios Estados Unidos,
gerando lobby dentro do próprio país
pela isenção.
Em segundo lugar, ficou evidente que a
economia brasileira, junto com políticas
certas, tinha capacidade de absorver as
sobretaxas efetivamente implementadas
por três motivos. Primeiro porque o
Brasil, sobretudo nos primeiros dois
governos de Lula, diversificou ainda
mais o destino de suas exportações,
fazendo com que o comércio com os
Estados Unidos aumentasse em números
absolutos, mas diminuísse de forma
expressiva em números relativos. Hoje,
os Estados Unidos representam 12% do
total das exportações brasileiras contra
24% em 2001. Segundo, o agronegócio
encontrou com relativa facilidade outros
mercados. O mesmo vale para alguns
produtos da manufatura. Assim, o Brasil
registrou aumento das exportações, em
particular para China, Índia, México e
Argentina, o que elevou o total de
exportações.
Terceiro, o governo montou imediatamente
um esquema de apoio, sobretudo por meio
do plano Brasil soberano para alguns
setores específicos atingidos pelas
sobretaxas. Dessa forma, as tarifas não
geraram pressão para que o Brasil se
ajoelhasse aos caprichos do mandatário
estadunidense. Na dimensão política, o
governo Lula também conseguiu
rapidamente tomar a iniciativa. É
importante entender que há método nas
loucuras de Trump. Ele, por exemplo, não
continua apostando no mesmo cavalo se
tiver perdendo, independentemente da
afinidade inicial. Lembra-se que na
principal Lembra-se que na principal
acusação que fez a Zelens, que era de
que ele era um perdedor, loser, como diz
nos Estados Unidos, sem cartas na manga?
E vejo que ele disse claramente a Milei,
se não ganhar as se não ganhar as
eleições, ele pode rever sua
generosidade financeira.
Ao final, qualquer observador percebe
que o bolsonarismo achava estar fazendo
um golaço ao mobilizar seu grande amigo
em Auston, mas na verdade perdeu em casa
e fortaleceu o Lula. Isso criou
inclusive um clima no qual a decisão do
STF sobre a tentativa de golpe e
subversão do Estado democrático foi
vista como parte da defesa da soberania
nacional.
E por mais que se possa imaginar que
Marco Rúbio gostaria de continuar a
pauta politizada como parte da ofensiva
para reinstalar a doutrina Monro na
América Latina. E por mais que não seja
difícil identificar vários interesses e
opiniões no interior do governo Trump,
uma vez que ele reorienta a linha, as
tropas seguem. É, portanto, plausível
que Trump tenha cansado de servir como
garoto propaganda do bolsonarismo e que,
pela reunião entre Mauro Vieira e Marco
Rúbio, possa ser vista como uma decisão
dos Estados Unidos de despolitizar a
relação. Um passo importante para
normalizá-la, embora pareça
contraditório, falar em relações normais
com Trump na presidência. Se a
estratégia do governo Lula parece ter
dado certo nessa primeira fase de
desbloqueio das relações, permanecem
duas questões a serem enfrentadas com
muita sabedoria. A primeira é que não há
como imaginar que os Estados Unidos
simplesmente voltem ao status qu
anterior, ao envio da maldita carta e a
imposição das sobretaxas, sem que Trump
possa apostar nas suas redes sociais um
ganho real ou imaginário. Cabe agora ao
governo apresentar uma pauta positiva
que represente ganha ganha ou suposto
ganho pros Estados Unidos, sem prejuízo
pro Brasil. No caso dos minerais
críticos, em particular as chamadas
terras raras, já havia entendimento
entre o governo Lul Biden sobre seu uso
para transição energética
e o Banco de Desenvolvimento Público
DFC, né, US International Develop
Finance Corporation, financia a empresa
estadunidense A Clara Resources em
Goiás. Além disso, a única mina de
terras raras em operação, Serra Verde,
também em Goiás, é controlada por
capital estadunidense, por meio das
empresas Denhenham Capital e Energy
Mining Group. Dentro de um marco de
política nacional pros minerais
críticos, pode-se convidar o capital
estadunidense ao lado de empresas com
tecnologia e capital de outros países,
como a China, líder nessa atividade. Por
coincidência ou não, no mesmo dia em que
Vieira se encontrou com Rúbio, o governo
realizou a primeira reunião do Conselho
Nacional de Política Mineral com a
presença de Lula, ocasião na qual foi
anunciada a criação de um conselho
especial para tratar dos minerais
críticos.
A chave aqui é garantir geração de
capacidades industriais e tecnológicas
no beneficiamento, criando elos de maior
valor agregado das cadeias de valor no
território nacional. Considerações
semelhantes podem ser feitas quanto à
instalação de data centers pros gringos
aproveitarem da abundância de energia
renovável e de água no território
brasileiro. Outras áreas de negociação
podem ocorrer no comércio de etanol para
neutralizar o lobby dos produtores
estadunidenses. As negociações
envolvendo BigTech já são mais
complexas. A segunda questão é mais
delicada. O Brasil tenderá a fazer de
tudo o que for possível para separar a
pauta comercial das pretensões
estratégicas dos Estados Unidos,
incluindo a atualidade da doutrina
Morrow, que busca cada vez mais estancar
e diminuir a presença chinesa no
subcontinente. As atividades militares
na costa e operações da CIA na Venezuela
fazem parte da relação Brasil, Estados
Unidos e podem causar desestabilizações
na região, afetando a segurança
nacional. Embora os relatos sobre a
reunião de quinta-feira passada eh
tenham sido genéricas, ficou a impressão
que se discutiu apenas questões
comerciais. Mas uma análise detalhada da
delegação estadunidense revela que além
do ministro de relações exteriores Marco
Rúbio, e o representante pro comércio
Jameson Greer, participou também o
polêmico Michael Jensen, secretário
assistente da defesa para operações
especiais e conflitos de baixa
intensidade. Pode-se concluir que sob a
liderança do presidente Lula, o Brasil
montou uma defesa eficiente e
desbloqueou o jogo, mas ainda haverá
muitas rodadas. Conseguir separar
negociações comerciais das pretensões
estratégicas parece o caminho correto,
embora difícil. E o Brasil não tem como
não ser protagonista na defesa da
integridade territorial e da soberania
nacional da América do Sul. O tempo
clareou, mas trovões são esperados.
Mano, eu gostei muito desse sexto, por
isso que eu quis trazê-lo para cá. Ele é
do Diordio Romano Scut, que é o
coordenador de pós-graduação em relações
internacionais
da UFBC e membro do Observatório da
Política Externa e da Inserção
Internacional do Brasil. Muito bom.
Gostei muito. É um artigo de opinião
aqui do do Brasil de fato. E é isso.
Sem mudar muito de assunto, tá morrendo.
Donald Trump diz que Argentina não tem
dinheiro. Olha, quem diria que o Milei
ia transformar a Argentina numa
Argentina, não é mesmo?
Ao ser questionado sobre a injeção de
capital americano na Argentina nesse
último domingo, o presidente
estadunidense Donald Trump afirmou que a
Argentina está morrendo e lutando para
sobreviver. Trump fez afirmação após
críticas ao anúncio da aplicação de
capital no país sul-americano,
especialmente através da compra de
carne, que seria uma tentativa de
reduzir os preços pros consumidores
americanos e dos planos de injeção de um
aporte de 20 bilhões de dólares pro
governo de Raviermi. Ao ser questionado
sobre o tema, o presidente americano
disse que a Argentina está morrendo.
Abre aspas. Nada tá beneficiando a
Argentina. Eles estão lutando por suas
vidas. Você entende o que isso
significa? Eles não tm dinheiro, eles
não tm nada. Eles estão lutando para
sobreviver. Eles estão morrendo. [ __ ]
isso é porque se gostam, hein?
Mil foi recebido por Trump na Casa
Branca no início desse mês. No encontro,
Trump sugeriu que uma ajuda econômica
maior estaria condicionada a uma vitória
do argentino nas eleições. A reunião
ocorreu poucos dias depois do Fundo
Monetário Internacional reduzir a
projeção de crescimento da economia na
Argentina de 2025 de 5.5 para 4.5%.
Enquanto precisam lidar com a perda do
valor do peso argentino e denúncias de
corrupção de aliados próximos do
presidente, Javier Milei e seu grupo
político tentam ampliar seu poder no
legislativo. Outra questão que gera uma
tensão no país é o preço da carne que
tem subido com a inflação. No início
dessa semana, Trump prometeu que iria
encarar a questão como parte de seus
esforços para manter a inflação sob
controle. O preço da carne nos Estados
Unidos tem se mantido alto por diversos
motivos que incluem a seca e a redução
das importações do México devido a uma
praga carnívora nos rebanhos bovinos do
país e também obviamente pela taxação
nas carnes brasileiras, né? Não vamos se
fazer de maluco.
Bora que o mundo tá acabando em
velocidade rápida, né? Petrobras recebe
licença do IBAMA para perfurar Foz do
Amazonas.
A Petrobras informou hoje na
segunda-feira que recebeu a licença de
operação do IBAMA para perfurar um poço
exploratório em águas profundas na Foz
do Amazonas. A área é considerada uma
das novas fronteiras de petróleo e gás
do país. A exploração é alvo de crítica
de ambientalistas, obviamente, né?
Trata-se do bloco FZAM059,
que fica a cerca de 500 km da Foz do rio
Amazonas e 175 km da costa em uma região
de Mar A aberto. A perfuração deve
começar imediatamente e tem duração
prevista de 5 meses. Segundo a estatal,
nessa fase o objetivo é coletar
informações geológicas e avaliar se há
petróleo e gás em escala comercial. Não
há produção de petróleo nessa fase,
informou. O processo de licenciamento
levou quase 5 anos com diversos embates
dentro do próprio governo. O bloco
exploratório 59 da bacia de fog
Amazonas, onde o poço será perfurado,
foi leluado pelo governo em 2013. Em
agosto, a empresa realizou um simulado
de emergência supervisionado pelo IBAMA,
etapa final para comprovar a capacidade
da resposta e segurança da operação. A
conclusão desse processo, com a efetiva
emissão da licença, é uma conquista da
sociedade brasileira e revela o
compromisso das instituições nacionais
com o diálogo e com a viabilização de
projetos que possam representar o
desenvolvimento do país, afirmou a
presidente da estatal, a Magda Chambriá.
Agora, antes da estatal produzir
petróleo na faix do Amazonas, algumas
etapas precisam ser cumpridas, como
constatar que há petróleo em volume
suficiente, que justifique o
investimento em produção, declarar a
comercialidade da área, o que dá início
à fase de desenvolvimento do campo e
licenciamento ambiental paraa atividade
de produção aprovado pelo IBAN. A
maioria dos brasileiros avalia que o
presidente Lula deveria proibir a
exploração de petróleo na bacia do Foz
do Amazonas, uma região com vários
desafios socioambientais, mas com
elevado potencial petrolífero. Os dados
são de uma pesquisa nacional do
Instituto Datafolha. Os levantamentos
encomendados pela Organização de
Responsabilização Corporativa ECO ouviu
2005 brasileiros antes da COP 30, o
evento climático que ocorre em Belém no
próximo mês. A pesquisa foi feita com
entrevistados de 16 anos ou mais de
forma presencial em 102 em 112
municípios de todas as regiões do país
entre os dias 8 e 9 de setembro desse
mês. A margem de erro é de dois pontos
para mais ou para menos. Segundo o
levantamento finalmente 61%
dos entrevistados opinaram que Lula
deveria proibir a extração de petróleo
no Foz do Amazonas. A rejeição é ainda
mais expressiva entre os jovens de até
24 anos, faixetária em que 73%
são contra o projeto. E é isso, né?
Parece uma espécie aí de boicote a COP
30 que tá rolando. Eu tenho até um um
uma outra matéria aqui para falar sobre
isso, ó. Mas vou passar um pouquinho
mais rápido que Felipe Fernando já estão
por aqui.
Ó, ambientalista dizem que licença da
Foz do Amazonas é sabotagem ao Brasil no
PAP 30. Deixa eu pegar um resumão aqui
para vocês.
Ih, deu caô, deu caô, manéia.
Minha inteligência artificial que resume
a página. Bugou. Vamos ver se agora vai.
Ó, ambientalistas reagiram com fortes
críticas à decisão do IBAMA que emitiu
licença de operação para que a Petrobras
inicie perfuração de um bloco de
petróleo na bacia sedimentado Foz do
Amazonas. Na avaliação de especialistas
ambientais, a decisão tomada apenas 20
dias da conferência do clima COP 30 em
Belém pode manchar a reputação ambiental
do Brasil ao buscar a expansão
da exploração petrolífera enquanto fala
de transição energética. A conferência
do clima na ONU na capital do Pará será
realizada entre o dia 10 e 21 de
novembro e é uma grande vitrine aí pro
governo Lula, pro Brasil, no mundo, né?
E é isso. A decisão, a decisão expõe
contradições entre o discurso climático
do Brasil e a exploração de petróleo,
prejudicando compromissos com a
transição energética. Bom, 7:35 da
noite, vamos receber nossos parceiros
aqui. Salve, Fernando, salve Felipe.
Muito boa noite.
>> Boa noite.
>> Boa noite. Boa noite.
>> Como estamos? Tudo tranquilo?
>> Boa noite. Tudo tudo tranquilo aí. uma
semana nova se iniciando.
>> É, então essa essa história aí, cara, é
eh que você tava, eu vou já começar
comentando, eu tava te ouvindo aqui. Eh,
é um dilema, né, cara? E é um dilema que
eu acho que o Brasil tá tomando a
posição errada, assim, porque
ai assim, deixar o petróleo lá é muito
difícil, mas tem que deixar, cara. tem
que deixar porque os combustíveis
fósseis, eu tava eh ouvindo o professor
Carlos Nobre no Roda Viva, foi uma ótima
entrevista, eu gosto muito de ouvi-lo,
assim, foi, ele é muito bom, apesar da
bancada, do Roda Viva, tudo. E cara, e
quando ele começa a falar assim, e ele é
muito otimista, assim, a gente tem que
diminuir muito, muito, muito, muito,
muito a, sabe, esses efeitos, esses
gases de efeito estufa, né? E para isso,
cara, tem que meio deixar o petróleo lá.
Eu é que ele fala, tem que, eu sei que,
ah, ninguém deixa, mas o Brasil podia
fazer isso até para por causa da cópia,
não sei. Assim, o Brasil tem várias
fontes de de energia. Ah, vai ser para
exportação, mas o mundo é um só, cara.
Entendeu? Você vê o pessoal mais jovem,
acho que existe aí um buraco geracional
que o pessoal mais jovem geralmente é
muito mais eh
>> ligado, né?
>> É ligado nessa consciência ambiental do
que do que a minha geração, assim. Mas
meu, a gente vai ter que mudar isso,
cara. Eu sei que tem o Trump, eu sei que
tem um monte de coisa, mas não dá, cara,
para fazer isso há 15, 20 dias antes da
COP. Eu acho que foi uma
>> Pega mal demais, cara. Pega mal demais,
principalmente se a gente quer liderar o
assunto, né? Se a gente quer liderar a
pauta.
>> Vai lá, Felipe. O que que você acha
dessa parada?
>> É, não, eu tava pensando aqui, eu
concordo com você, Fernanda, essa que
fazer, né? Qual seria o melhor a melhor
opção do governo Lula nesse momento para
a fazer? Eu queria saber qual era a qual
é a opinião da Marina Silva, por
exemplo. Não,
não, eu eu vi a pauta ali, mas eu acabei
não pesquisando muito. Eu queria queria
querer ter pesquisado isso, saber qual
que era a posição da Marina Silva a esse
respeito. Acho que acho que o que ela o
que ela falasse eu concordaria assim,
porque eu confio muito nela, sou muito
admirador dela.
>> É, a gente pode buscar aí, né?
>> E seria bacana saber qual é a opção,
porque a oposição dela é a posição do
governo também, né?
É, não existe uma série de de Isso sem
dúvida tá tendo assim eh até o professor
Carlos Nob tava falando Roda Viva quando
teve o vazamento da
Bridish Petróleum no Golfo do México. Aí
tinha aquelas imagens dos
>> do aves com as penas cheia de óleo.
Então isso tudo hoje tem uma série de
>> Boa noite, Maurício.
>> É, boa noite, Maurício. uma série de de
ações nesse sentido, né, de evitar eh eh
esse tipo de de vazamento.
A Marina diz que acompanhou muito isso,
ela era contra, agora acho que viu que
não dava e pelo que eu sei, ela tava
acompanhando né o
Então tem uma série de de normas que são
seguidas em termos de de exploração mais
sustentáveis, né? Mas tem essa questão
de deixar lá, entendeu? De deixar lá o
petróleo. É o que a gente vai ter que
fazer. Agora não só o Brasil, né? Agora
tem o Trump e
>> é
>> a Marina, gente, a Marina era contra,
né? Ela era crítica a exploração de
petróleo no Amazonas.
Eh, ela tá em silêncio desde que o IBAM
autorizou. E aí, há 11 minutos atrás
saiu uma matéria do Globo que diz:
"Licença para Petrobras na bacia da Foz
do Amazonas vem após rigoroso processo
de análise de Ministério do Meio
Ambiente." E aí a pasta citou: Marina
Silva diz que não cabe ao órgão
licenciador analisar aspectos de
oportunidade e conveniência para
explorar o não petróleo, decisão que é
de competência do Conselho Nacional de
Política Energética. Então, e ela segue
em silêncio, né? A pasta dela não se
demonstrou exatamente contente com isso
e mas passou, né?
>> É. E o Lob falar ali,
>> a gente é muito leigo nesse assunto, né?
Eu vi ali o Claudinho falando 500 km da
fos do Rio. Cara, é muito longe, né?
Qual é o impacto de alguma coisa a 500
km? Provavelmente tenha, né? Obvio, quer
dizer, provavelmente não, obviamente
tem, mas é eh eh na nossa na nossa
pequena nosso pequeno conhecimento sobre
isso fica fica difícil de de dar uma
opinião assim. Eu também acho,
>> mas menos menos freestyle do que do que
isso, né? É um tema muito complicado,
muito técnico e aí pra gente fica muito
difícil né?
Então, a gente já trouxe aqui algumas
pessoas, já conversou com várias
pessoas. Eu lembro muito da Mariana,
esqueci o sobrenome dela, que deu uma
aula aqui pra gente, mas é um tema que
ao mesmo tempo a gente teve tratar esse
tema nesse mês, né, que tá começando
mais ou menos agora, porque vai ser da
15, 20 dias e até o final de novembro
esse assunto deve tá, mas é um assunto.
Outro dia eu vi o Leandro Demore, que é
o editor do ICL, falando que as pessoas
fogem do assunto,
porque a a notícia é você tem que mudar
os seus hábitos, entendeu? Eu tava
ouvindo a Marina Ross falando no podcast
da Folha eh hoje falando que a gente tem
que comer menos carne. É o que a Luli
sempre falou aqui nas nossas lives, né?
A Lul,
>> é verdade.
>> Então, são essas coisas. Vocês tm que
comer menos carne, tem que dar menos de
carro. Eh, se for de andar de eh se for
ter carro, tem que ser um carro híbrido
ou se não bota coloca álcool. Eh, então
tem uma série de coisas, as pessoas não
gostam de ouvir isso, falam assim: "Ah,
você tem que mudar seus hábitos,
entendeu? Ninguém gosta disso,
entendeu?" Então é uma pauta muito
impopular assim, entendeu?
Principalmente o pessoal da nossa, quer
dizer, da minha geração, né? vocês, o
Felipe é da minha geração, mas o do
Claudinho é é uma outra geração. Mas até
a geração do Claudinho, até uns 35, 40
anos, eh ainda tem mais eh eh escuta em
relação a isso. Agora, acima de 40, o
pessoal acha: "Meu, esses caras são
chato e não sei o que aí. Só que, meu,
vai ter que rolar isso aí, cara, senão a
gente tá [ __ ] cara.
E
e estamos [ __ ] mesmo, né? assim até
2100 é assim se não tiver
e isso foi citando de novo o professor
Carlos Nobre, se aumentar 3 4º toda a
parte equatorial do mundo, né, que toda
a região perto do Equador, uma região
muito grande, vai ser inabitável, que
vai ter temperaturas acima de 50º,
entendeu?
>> Uhum.
>> É isso que vai acontecer e daqui que
daqui 70 anos, entendeu? É, é pouco, né?
ou daqui a da e e isso houve um houve
uma aceleração nos últimos dois anos
disso, né? Eles estão muito assustados
porque o que o que era para acontecer em
2030 tá acontecendo em 2024, entendeu? o
aumento da da da temperatura e vai tá
aumentando e e tem a questão, desculpa,
eu tô me alongando só porque eu tô com
muita
>> eu tô com esse com essas informações na
cabeça. Tem uma coisa que é muito muito
grave que é assim, tá acontecendo o
degelo das da do polo sul e do polo
norte. No polo sul e no polo norte,
quando acontece esse gelo, tá saindo gás
metano. O gás metano é muito pior, que é
o mesmo gás do arroto das vacas, né? Por
isso que não pode comer carne. E e esse
gás metano e ele é muito muito poluente
e muito e acelera muito o efeito estufa.
Então, eh, quando acontece de gelo,
quando esse gás sobe e cada vez mais vai
subir, quando tiver cada vez mais
esquentando, aí vai ser o vai ser muito
mais rápido, vai ser vai ser acelerar
esse processo. Então, eu me preocupo
muito muito com isso, assim.
Vamos lá, já
>> bora. É, estamos no planeta do
presidente Trump, então muitas dessas
coisas que a gente falaram estão aí na
eminência de
de acontecer, né, pelo menos o lado
ruim. Eh, e o Trump tá enfrentando muita
manifestação interna nos Estados Unidos
contra ele e aí ele resolveu bombardear
essas pessoas, né? Eh, peço a todos que
se preparem, pois é uma jornada um tanto
quanto
não tem nem o que falar.
>> Bizarro. Lembrando que o nome do o nome
do do da manifestação é No Kings, né? E
aqui aparece um caça escrito King Trump.
Tocando Danger Zone, a música
característica do filme Top Gun.
>> Escatológico.
>> Literalmente escatológico. De fato.
>> Nem é Renato seria seria escatológico.
Meu Deus.
Renato
>> quem diria, quem diria os Estados Unidos
iria fazer mal ao planeta,
>> né? Vendo, vendo tanto, vendo tanto
filme, vendo tanto filme bom
>> dos Americanos salvando o planeta, né?
Um cara, um cara só às vezes. Agora a
gente tá vendo um cara só cagar no
planeta todo, né? Impressionante. Quem
diria.
>> Pois é.
>> E nos filmes, geralmente, geralmente o o
vilão é russo, né? ou chinês
>> ou mexicano ou vietan. É verdade.
>> Portriquen
e ele tá jogando bosta na cabeça do dos
americanos ainda, né?
>> Jogando bosta na cabeça dos mexicanos,
do
>> do eh, né? Era sempre disso, né? do
Salvadoren que vem
>> ele ele Fernando, ele tá jogando bosta
na cabeça dos que não votam nele, porque
quem vota nele já tem bosta na cabeça. E
fica aqui de exemplo,
fica de exemplo esse senhor aqui. É
muito bom, cara.
>> Teve uma
>> Esse machucou um pouquinho a cabeça, né?
É, machucou um pouquinho a cabeça. Foi
uma contra manifestação durante essa
manifestação no Kings que estava
rolando, né? E aí veio um cara apoiando
o Ice a guestapo do Trump.
Esse garoto que passou aqui,
ele é um gênio. Ele é um gênio que
passou aqui com skate na mão
>> e corre bem.
>> Ele é um gênio. Corre bem.
Ele chegou se infiltrando.
>> Pegou o óculos do coroa.
>> Ai, cara.
Ah, mano, eu não tenho a faixa etária,
>> a faixa etária dessa galera que é
que tá tá muito a 50 a mais, né? 60 mais
aqui no Brasil.
>> Total, total. É a galera que tá drill,
baby drill, né? Que o que a gente tava
falando antes. Vamos lá.
>> Quase a faixa história minha do Fernando
aí. Total,
>> cara.
Ele foi aterreçando com a testa mesmo.
Deve ter doído.
>> Freou, freou com o nariz ali. O rapaz
salvou o óculos dele.
Ah, ele procurou o contato. Contato
veio né?
>> E, Claudinho, e qual foi o tamanho? Qual
foi o tamanho dessas manifestações que
tiveram nos Estados Unidos lá,
>> cara? Foi bem grande, né? Tem números,
>> tem números falando em 7 milhões de
pessoas. Deixa eu ver se eu acho um
número mais atualizado aqui. 7 milhões
em todo o país.
>> É jeito para [ __ ]
>> Eh, pô, e e o Trump sentiu, né, para ele
postar um vídeo jogando cocô nas
pessoas, né? Ó, em todos os 50 estados
tiveram mais de 2.500 atos.
>> É, aqui na CNN tá falando cerca de 5
milhões de pessoas. Em outro, em outro
lugar mais cedo, eu tinha visto uma
estimativa de 7 milhões de pessoas.
>> É, eu vi sete também. É, eu acho
>> muita coisa ser muito exato, mas entre
>> 5 milhões ou 7 milhões é muita gente,
né?
>> É muita gente,
>> cara. É muita gente. E você vê que
>> gente não conseguiria fazer isso aqui.
>> É, eu acho difícil,
>> difícil mesmo. É, e é uma e é uma
manifestação contra o governo, né?
Porque aqui a gente
>> contra o governo
>> é contra o governo é o que os
bolsonaristas teriam que fazer. Imagine
nem [ __ ] assim. Então
>> é acho que a única coisa que pode parar
os amer os o o Trump, governo governo
amer eh estadunidense é realmente o
pessoal de lá, né? é a população de lá,
>> eu acho.
>> E eu digo assim, não digo no na eleição,
na próxima eleição, se bem que ele não
pode se candidatar por enquanto, mas
acho que acho que internamente agora
durante o governo do Trump que pode
parar o Trump é só são só os
estadunidenses, não tem mais o que
fazer.
>> Greve geral, se fizer umas umas paradas
bem organizada assim, os sindicatos lá
que são muito fortes, tem muito
dinheiro, né? Mas vai saber o nível lá
de peleagem nos sindicatos, né? Mas eh o
povo americano tem que tem que sair pras
ruas, gente. Não tem como, né? Não não é
mais apenas sobre o o os Estados Unidos.
O cara
>> tá interferindo no mundo inteiro.
>> Ótimo. Ótimo. É boa, é boa. Uma boa
notícia.
>> É, mas o ano que vem tem eleição, né?
Então o ano que vem tem essas eleições
de meio de mandato. Deixa eu ver até
aqui. Eh, eu tô colando aqui para saber
quais são, quem vai ser eleito, né,
>> Fernando? Tu, teu microfone tá com
chiado.
>> Chiado?
>> É.
>> Será que tá muito tá muito alto? Será?
>> Não, parece ser um aterramento. Tá
ouvindo Felipe?
>> Tô. É, será que não é o meu? Talvez
ouvindo não, o meu.
>> Oi.
>> Não, acho que
>> acho que é o da Lilian. Acho que é o da
Lilian.
>> Ah, deixa eu desligar o da Lil.
>> É o do Fernando. É o do Fernando.
>> Melhorou.
>> Melhorou. Pronto. 100%. 100%.
>> Ah, é o da Lilan. que da Lina tá mais
longe e eu
>> Perfeito. Acertei.
>> As vozes, as vozes se calaram.
>> Cadê a
>> Então, ano que vem tem essa eleição aí,
eh, midterms que eu não aí vai ter aí um
vai ser um teste, né? Vai ser um teste.
>> Ah, renova o Congresso lá, não é?
>> Deixa eu ver aqui que eu achei uma.
>> E tem as prefeituras também, não?
>> Eu viajei.
>> Eh,
>> são as eleições de meio de mandato,
>> governador de 36 estados. Achei aqui, ó.
Governador, 36 estados e territórios,
21 dos quais são, é, daí tá dizendo
aqui, então são eh, tá dizendo aqui
eleições para governador, não sei se vai
ter também parte do Congresso, né?
Então, pelo que o que eu achei aqui foi
governador e aí vai é vai ser uma
medição, né, cara? Porque ele tá
fazendo, tocando terror, né?
Ah, tocando terror. Maurício mandou uma
imagem aqui. O Maurício, ele tá mandando
várias coisas de de inteligência
artificial aqui. Eu vou botar uma aqui
daqui a pouco. Vamos falando aí que eu
vou subir uma aqui.
>> Deixa eu passar mais um do Trump aqui,
então, que foi ele falando da da questão
da
da América Latina, da América do Sul, na
verdade né?
things
beef
is what you have to users
de
more
argent is fighting for life you don't
know anything about itighting for their
life nothing benefiting argentina they
fighting for their life you understand
what that means they have no money they
have no anything so toive if i can
themive
I toenty
to
don't make it like doing they areing
righting what you beef sir we would some
beef from Argentina if we do that that
will bring our beef prices down cuuse
our groceries are down our energy prices
are down I think we're going to have
gasoline pretty soon we're getting close
and everything's down the one thing
that's kept up is beef and if we buy
some beef I'm not talking about that
much from Argentina. It would help
Argentina which we consider a very good
country, very good al in a place.
Although I must tell you if you take a
look now, South America is turning those
american countries
and
sem palavras,
>> sem palavras. botar aqui o que o
Maurício mandou pra gente aqui, ó.
Ai, [ __ ] Não, Argentina tá indo bem
aí, segundo a o pessoal aí da grande
imprensa, a Argentina tá indo bem cara e
o valor, o pessoal tá dizendo que agora
tá dizendo que o pessoal tá morrendo de
fome. Tá estranho isso aí, né? Tá um
pouco.
>> Pois é.
>> Ainda não assistiram o documentário do
Eduardo Moreira ainda, pessoal,
>> né? assistir.
>> Esse é o segredo.
>> É o melhor documentário da história da
da do jornalismo sobre Argentina.
>> É, é uma
>> Eu não assisti ainda. Eu não assisti
ainda, mas eh o Fernando já assistiu com
certeza.
>> Não,
>> você é assinante?
>> Você não é assinante lá?
>> Como é que é o o SL eterno, né? CL
eterno né?
>> Ai, cara, meu Deus. Imagine o e a
egolatria do sujeito, né, cara? É
difícil, né? Mas quem sabe
>> é tirando tirando egolatria do do
Eduardo, eh, eu acho série [ __ ] demais,
acho muito massa. Não é bom
>> fazem, acho a forma como eles
encontraram de de se
>> de se monetizar, digamos assim, né? Eh,
muito bacana,
>> mas eu eu concordo com você que ele dá
uma ele tá ele dá uma ele se passa
bastante, né? Dá para perceber? Eu não
percebia até você falar. Aí quando você
falou, eu comecei a observar e realmente
eh mas tirando isso, tirando isso, ele é
o milionário, né?
Cara,
>> eu assisto muito.
>> É difícil não ser assim também, mas é
realmente ele se passa. Mas o SL é massa
demais, não tem? Não, e se você for
imaginar, cara, se você,
com todo respeito, eu assisto por a
fórum, eu gosto muito de assistir a
fórum, eh, o ICL 247, eu tenho uma certa
dificuldade de de
>> também.
>> O Claudinho falou que já tá voltando.
Eh, só que meu eh é o ele realmente
montou uma equipe muito boa, né, cara?
Não tem como você falar que o Demore não
é bom. Tem convidados muito bons ali. O
William Deluc, eu gosto também. Eh, as
meninas lá que eu esqueci o nome delas,
elas são muito boas. Então, ele faz
jornalismo de o Chico Sá também.
>> Sim. Tem entretenimento ali também em
Brasília com o
>> sei o nome dele agora,
>> o Goganoblá. É, então
>> Ganoblá. Muito bacana. Tem tem os
programas
é de acordo com algumas faixas etárias
também que é bacana. Tem, tá
completinho, né? Daqui a pouco eles vão
vão vão conseguir ficar ficar 24 horas
quase no ar, mas basicamente eles eles
completam a minha manhã assim e começo
da tarde basicamente eu meio que vou
indo neles assim
>> e é certeza, certeza.
É, eu vejo muito antes de entrar aqui
também, né, o do o do o do começa 5. Eu
tô aqui preparando a live, lendo muita
coisa eh
mexendo no zona curva e tô assistindo
eles aqui. Mas ó, deixa eu botar aqui
uma O Claudinho falou que deu um pau no
PC dele, que ele tá reiniciando,
mas vou botar aqui a resposta que
fizeram inteligência artificial do do
Trump aqui. Tem coisa rápida de 10
segundos.
Se com bosta fere, com bosta ferirá.
>> Bosta por bosta.
Tinha um lembra? Tinha um cara aqui em
São Paulo, o candidato,
que esse candidato meio meio folclórico,
né? Aí o pessoal falava bosta por bosta.
Volta em Pedro Geraldo Costa, que era o
cara candidato a prefeita aqui em São
Paulo.
A rima, a rima é boa.
>> É, cara, mas tem uma vacalhação também
nudo, né, cara? Porque eh sei lá, a
gente tá falando bastante do Trump e a
gente tinha falado, tava falando um
pouco do MI agora aí, mas é mais ou
menos a mesma laia assim, né? O o o
Milei também é desse jeito. É tudo uma
coisa despolitizada, uma coisa meio e
parece que os caras tão fazendo de
idiota, né? É meio um circo, né? E aí,
Claudinho? Pifou,
>> voltei. Desculpa. É, deu uma reiniciada
aqui. Acho que sei lá se a luz piscou,
mas voltei. Tô de volta.
>> Ah, tá.
>> Melhorou o tempo aí no Rio de Janeiro,
Claudinho?
>> Não, tá feio. Tá feio. Tá chovendo para
caramba.
>> A aqui chegou a frente fria que tava aí.
Tá aqui. Achei que ela fosse sair daí
para vir para cá, mas acho que ela ela
aumentou de tamanho.
>> Continua aqui.
>> Continua.
>> Não, aqui tá maior frio, São Paulo. Tá
maior frio, cara. Eu dei o frio,
>> cara. Olha aqui, eu tô, eu tô de, tô de
moletom, cara, na Bahia. Pense mês de
outubro.
>> É, é verdade.
>> Ah, mas vamos colocar esse vídeo do
brasileiro. Esse, esse vídeo é muito bom
do brasileiro
falando que o que um, né, um ele é um um
cara imigrante legal, né?
>> Aí,
>> e meu, é muito triste o relato do cara,
assim. Você vê o que essas pessoas estão
passando lá, assim
>> para trabalhar, ser pego e issoente
subir. Cansado de viver em um estado de
medo constante, o mineiro Getúlio
decidiu que vai voltar pro Brasil até o
início de 2026.
Ele mora nos Estados Unidos há 9 anos e
entrou ilegalmente pela fronteira com o
México.
>> Eu não não sinto isso como derrota, mas
eu não eu não suporto essa situação de
assim, eu não suporto.
Não suporto.
>> O governo Trump diz já ter deportado
400.000 pessoas desde o início deste
ano, sendo 2.000 delas brasileiras. Mas
movimentos de defesa dos direitos
humanos alegam que essas detenções são
arbitrárias e que muitos imigrantes
estão sendo submetidos a condições
subhumanas. Mas o governo Donald Trump
mantém a ofensiva dizendo que o objetivo
é conter a entrada de criminosos e de
drogas nos Estados Unidos.
>> Você pode sair para comprar pão e não
voltar.
né? Esse terror, isso ficou aí, tá?
Então esse é o meu terror aqui.
>> É desesperador, né, mano? Imagina.
>> É, imagina
>> quem tem família, quem tem filho
pequeno, quem tem criança.
>> Não, então você me dá dá para voltar
tranquilo. Será? Não dá para dá para se
ele quiser voltar, ele ele consegue, sei
lá.
>> Duvido
>> comprando passagem, ir embora. Será que
é passo embora assim?
>> Então é bom, uma boa pergunta também,
né? Mas acho que sim, se for para só de
só de volta, os caras até dão uma
passagem, né? Esse filha da [ __ ] tão tão
louco. Mas eu acho que porque ele vai
ter que apresentar documentação, né?
Alguma documentação para eles dão uma
passagem para o Salvador, eu acho.
A conexão e é o Salvador. O é só um
trecho que eles dão de volta. É
>> some, né?
Porque
o o cara tem que voltar de de vai até a
fronteira com eu não sei porque a
situação a situação é também o cara não
deve ter documento também, né? Então é é
no ao mesmo tempo que o cara pega ele na
rua, do jeito que eles estão pegando,
né? Eu eu já fiz aqui um relato que eu
tava ouvindo que os caras eles estão
saindo mais cedo pro trabalho eh tem uma
rede de de grupo de WhatsApp avisando
onde os caras tão, porque é de é de
muita violência, né? Aice aí você virou
uma uma guestapo mesmo, uma polícia
política né?
>> E de é de muita violência e os caras não
querem saber. É tipo, meu, vai pegar,
põe dentro do carro e leva embora e não
quer saber da família do cara, não quer
saber de [ __ ] nenhuma, né? Então você
vai viver assim, né? É melhor voltar pro
Brasil mesmo, né?
>> Com certeza.
>> É, e deve ter muita gente que tá nessa
situação, né? Tem muita gente, não só
brasileiros, né? Mas latinos em geral,
né? Eh, africanos também, né?
Asiáticos, né? Tem muito, muito
imigrante legal nos Estados Unidos, né?
>> Tenta, tenta passar pro Canadá, tenta
fazer alguma coisa assim, sei lá, sei
lá. Mas realmente não dá para ficar lá
não. Imagine, imagine se você fica,
conseg chegar duas horas antes do
trabalho para conseguir entrar no
trabalho que já não é um trabalho
bacana, já é um, né, um subemprego,
emprego que o estadunidense não quer
mais. E a vida é um bom expos
brasileiros, milhares, milhões de
brasileiros tm essa esse problema também
para sair de casa e não saber se vai
voltar. A gente sabe muito bem, né? Só
muda um pouquinho as fardas aí.
Então, mas é é engraçado, né? Porque eu
tava vendo isso até tava vendo num vídeo
do árvore lá, né, que é o cara do
meteoro e e eu aqui eu acabei achando
aqui, eu vou passar aqui rapidinho para
pra gente ver, eh, que eu não sabia
dessa decisão da Suprema Corte, ó, essa
essa matéria aqui é de
setembro. Então, a Suprema Corte liberou
o governo de ter imigrantes que fal
inglês com sotaque ou espanhol. Você
imagina a Suprema Corte, como a Suprema
Corte tá controlada, né? A Suprema Corte
liberou o governo eh do Donald Trump a
seguir fazendo detenções de imigrantes
com base em sua raça ou idioma. O
tribunal atendeu o pedido do
Departamento de Justiça para suspender
temporariamente a ordem emitida pela
juíza distrital e Maim Frong Frpong de
Los Angeles do dia 11 de julho, que
proibia gente de parar o deter pessoas
sem suspeita razoável de que estejam no
país ilegalmente, se falasse espanhol ou
inglês com sotaque, por exemplo. Em sua
sentença, a juíza concluiu que as ações
do governo Trump violavam a proteção da
quarta emenda na Constituição americana
contra buscas e apreensões justificadas.
A decisão se aplicava à jurisdição de
seu tribunal, que abrange grande parte
do sul da Califórnia. Eh, os três juízes
liberais da Suprema Corte discordaram
publicamente da da decisão. Então, você
vê que, meu, a Suprema Corte tá apoiando
eh eh o o desrespeito total dos direitos
eh da pessoa humana. os direitos
humanos, do jeito que você queira
chamar, né? E
então é fodeu, né? Se a Suprema Corte tá
achando isso tudo que a está fazendo
legal, né? Então é porque tá meu é o
autoritarismo tá tá implementado já no
no país, né? Agora para virar uma
ditadura real pouco, né? Tá falta fechar
a Suprema Corte, fechar o Congresso.
>> É, mas se você tem a Suprema Corte
dominada, você legitima, né? qualquer
tipo de arbitrariedade, né? Então, eh,
muito se fala sobre a Venezuela e esse
assunto do Trump tem muito a ver com a
Venezuela também. A Venezuela conseguiu
se manter Venezuela sem ser dominada
politicamente pelo pelos Estados Unidos,
muito pelo controle do
>> É, muito pelo controle da Corte, né?
Isso, isso, isso, assim, para quem
conhece a história da Venezuela, quem
conhece a história da América do Sul,
América Latina, ah, dá para entender o
porque que é feito isso, né? E e já
jogando para um contexto nosso aqui, eh
primeiro governo eh de extrema direita
do Brasil já colocou dois ministros do
STF totalmente da extrema direita,
evangélicos e, enfim,
>> conservadores ali no no último. Então a
briga tá muito nessa questão do da do da
Suprema Corte e do Senado, né? E é é
basicamente o que acontece lá se vai se
vai se repetindo aqui, né? Até porque as
duas as nossas prostituições são muito
parecidas também, né? Então, eh,
basicamente eles estão dois anos na
frente da gente, assim, a gente tem que
saber olhar para eles e e combater, eh,
essas ideias que vem de lá aqui do nosso
jeito, né? A gente tá conseguindo fazer
eh com muita com muita garra aí.
>> Ainda bem. Por enquanto.
>> É isso aí.
diria
med
>> é por enquanto.
>> Por enquanto.
>> Ah, é isso aqui que o Maurício tá
falando. Vamos observar o que vai
ocorrer com as próximas eleições do
Congresso americano.
>> Exato.
>> Vamos ver. Vamos esperar, né?
>> E pessoal que tá aí, comenta aí pra
gente também. Participa da live igual
Maurício aí, ó. Ajuda a gente. Quem
puder fazer um boa noite para Raquel.
Raquel Kisf de um boa noite pra gente.
>> Boa noite, Raquel. Muito boa noite.
>> Boa noite.
>> Puder ajudar QRcode tá aí na tela,
através do e-mail@gmail.com.
Também tá aí na tela.
>> É aí. E curta a live também. Curta a
live aqui, ó. Dê seu like na live.
>> Bora no 01 que tentou fazer um ritual
ali para ressuscitar o Olavo.
>> Você viu isso, cara? Meu Deus do céu.
>> Com áudio, Flávio
>> nos Estados Unidos.
Tô aqui em Richman, nos Estados Unidos,
e vim aqui prestar uma homenagem a uma
pessoa que para mim foi muito
importante, tenho certeza que foi muito
importante para milhões de brasileiros
também despertou
uma geração para pensar mais
profundamente sobre o Brasil, sobre a
política,
enfim. Conhece esse cara aqui?
Olavo de Carvalho, nosso eterno
professor. Eu vim deixar uma homenagem
aqui para ele. Vou deixar aqui.
Olavo era envolvido com uma seita eh
muçulmana né?
>> É isso.
>> Só só para só para justificar seu seu
arém, por assim dizer,
>> né? Aí que que esse terço tá fazendo aí?
Uma grande honra para mim estar aqui.
Vou fazer uma oração, pedir para que do
melhor lugar onde ele está agora, com
certeza, olhando por nós aqui ao lado de
Deus, possa continuar nos dando
sabedoria, senso crítico, visão
política coragem
para tomar as decisões corretas e fazer
o melhor pelo nosso país.
>> Tudo que ele não teve, né, cara? O cara
foi um conspirador,
obscuracionista do [ __ ]
>> Aí vem receber esse esse esses méritos
de um senador. Pelo amor de Deus,
está voltando.
O cara fala como se fosse um santo, né,
cara?
>> Pois é. O cara só fez pela velho.
>> Ele vai voltar do negacionismo.
>> O 01 vai voltar pro Brasil, vai ficar lá
também.
[ __ ] seria bom a família toda ficasse
menos Bolsonaro que vai ficar preso
aqui.
>> Não, esse não dá.
>> Esse não dá. Mas meu Deus do céu, cara.
E mas esse fez fez estrago, hein? Na
cabeça de muita gente. O Lav de
Carvalho né cara?
>> Com certeza.
>> Mas não foram, não foi de milhões de
pessoas que nem ele falou, não. Talvez
milhares milhões de pessoas
>> não chega, né? não tem esse alcance não,
>> mas ele legitimou muito, muito delírio,
muita eh eu eu brinco até quando tava lá
em Curitiba,
eu eu a gente tem um casal de amigos que
os caras
eh tem um amigo lá que era bolsonarista,
né? E daí eu eu comecei a conversar com
o cara, não sei o quê, e o cara até
gente boa assim. Aí eu comecei a zoar
umas coisas assim, laavistas assim, né?
E falei essa questão do feto, para quem
não sabe, o Olá de Carvalho soltou uma
fake news que tinha eh eh e e
indícios de feto na Pepsi Black.
Era esse tipo de coisa que o cara fazia.
>> Bem específico. Ele foi só na B.
>> Era feto. Era o feto que adoçava.
>> É o feto que adoçava. Exatamente. E o
cara falou: "Não, mas isso faz sentido.
Eu vi um vídeo, não sei o quê". Ou seja,
as pessoas começaram a entrar numa numa
numa bolha conspiratória. Eu tô dando um
exemplo porque tem um monte de merda que
vai junto com isso, né? Essa coisa. A
gente teve um ministro do do da eh de
estado, né, um chanceler, que falava eh
que que o o resto era tudo globalista,
umas [ __ ] teoria conspiratória, que o
Brasil tinha que ser um par
internacional,
mas ele aproveitou muito essa onda aí
que já vinha, por isso que ele também
tava nos Estados Unidos, né? Ele
participou do movimento ali que tava
surgindo, foi oportunista. Ele era um
cara aqui de São Paulo que tentou,
chegou a escrever no Estadão em alguns
lugares. Era um intelectual, né? Um
intelectual meio meio pilantra assim.
>> Mas
>> você é sempre na pseudociência.
Intelectual não, sempre foi um
pseudocientista.
>> Não, ele foi jornal, ele escreveu, né,
em alguns lugares. Tô falando
intelectual assim, né? O cara pode ser o
que for, mas ele ele ele escreveu vários
livros, né? Pelo menos, né? Tudo lixo.
>> Acho que tá mais para tá mais para
influencer talvez.
>> É. É. É, é, você vai falar entre é
alguém, alguém que alguém que surfa na
onda da ciência, né? Você tá por ali,
né?
>> Pois é, porque eu não sei se ele foi um
ciência, não é?
>> Ele não foi um acadêmico, ele não tinha
artigos publicados, não teve um paper
publicado.
>> Ele não era astrônomo, ele era
astrólogo né?
>> Ele era astrólogo. Exatamente. Por isso
que eu falei de pseudocênia. É, é,
>> é,
>> não é o cara que eu tô, eu tô falando,
quando eu falo intelectual, ele ficava o
dia inteiro, eh, teoricamente estudando,
dando cursos e e pregando lá o que ele
ele tinha várias teorias, esdrúxulas e
tudo, né? Isso caracteriza o cara que
tem um trabalho eh de escrever livros e
tudo, né? Lógico, eu não tô concordando.
Tem e tem vários intelectuais malucos
como ele, assim, né, que escreveram
muita merda e falaram muita merda que eh
até de extrema direita mesmo, né? Ó,
Raquel fez um comentário interessante
aqui, voltando no assunto da
da sustentabilidade. Na empresa que
trabalha, cada hora tem cada área tem
uma meta para diminuir a emissão de
carbono. Isso impacta em tudo, porque
qualquer transporte que tem tem que ser
pensado muito bem, né? E é, ele custou
até quinta série, ele não tinha
formação. A gente tá aqui de de bem
ambiente. É. E o negacionismo climático
também, que era outra outra pauta muito
importante, né, que era uma que ele ele
acabava com o estudo, era tudo era tudo
uma conspiração
contra alguma coisa e e o negacionismo
climático eh fazia parte desse desse
bololô aí do do Olá de Carvalho e essa
cordia aí que que frequentava esses
cursos. E ele formou e deformou muita
gente aqui, né, no Brasil, né? Muita
gente, muita gente
>> que até hoje fala: "Não, mas eu sou
laavista". Fala com orgulho assim, né? E
os livros dele ainda vendem ainda. Isso
que é mais grave, né, cara? Muito
>> no aeroporto tem.
>> Então, tem lugares assim que você fala:
"Meu, você tá num lugar assim, são
poucas as livrarias, né? Mas às vezes
algum lugar assim que você passa que vem
comercializa livro, tem livro do
Olvalho, cara. As pessoas compram essa
merda até hoje assim.
E tudo que é para saber, para não ser um
idiota, tinha um negócio desse assim que
era um dos que mais vendia assim, vendia
para [ __ ] Eu vii a ver gente
>> é capas aí
>> para vender mesmo. É bem tipo de livro
de aeroporto mesmo.
>> É tu
não. E e teoricamente é uma teoria
dominante assim, né, do individualismo,
de você eh achar que qualquer projeto
coletivo não presta para nada. é um cara
tipo e tá cheio de gente assim, né,
cara? Então é, teve muito,
>> é que o filha da [ __ ] que não sabia que
era filha da [ __ ] falou: "Pô, tem até
um cara que escreve que é também que nem
a gente, né? E daí vende, né? Tá cheio".
>> Mas tudo tudo escrito em cima do do
senso comum.
>> É, exato.
>> Eh, o cara que é preguiçoso e quer ler
alguma coisa para buscar um um caminho,
vai achar genial, né? Só tá ouvindo
falando ali um ban de merda que tu quer
ouvir que o estado é comunista, que o
comunista não presta.
É [ __ ] né?
>> É exatamente. Quando você debate debate,
discute com pessoas que defendem tipo de
ideia, o debate fica no centro comum,
né? E aí quando você quando você tenta
aprofundar, parece que você tá errando
no debate, né?
>> É exato. É o que o Elias fala, tem
dificuldade de sair do simples complexo.
É.
Aliás, vocês viram o anúncio do Elias
hoje? O Elias já passou aqui duas vezes.
>> É, daqui a um mês Elias com o mês
>> Pablo Marçal.
>> Elias Jabur vai debater com o Pablo
Marçal. Cara, o Elias tem tem estômago,
cara.
>> É, tem mesmo. É que o Elias e o Elias tá
em campanha. Tá em campanha, né?
>> Tá em campanha. Então
>> vai aparecer, vai aparecer para muita
gente. Então esse debate aí não é só um
debate, né? É basicamente um programa
político e tá certo aí que fazer mesmo.
Tá certo. Acho que seria vai ser bacana.
E ele vai se eleger. Eu não, não duvido
não.
>> Também não se
>> que aqui no Rio ele se elege fácil.
>> Eu acho também. Eu acho que ele deve ser
e eu é um é um cara que eu que eu admiro
muito, passou aqui já duas vezes, é um
ótimo papo e da primeira vez inclusive
chegou a falar que iria fazer parceria
com a gente e tudo. Ele tava tava bem no
começo assim, né, da depois ele virou
uma figura eh
>> virou uma estrela, né?
>> É uma estrela aí da internet, né, do do
debate intelectual. Mas eh
é que sei lá, cara, esses debates lá no
Inteligência Limitada e agora a gente
acaba vendo os texto que com certeza a
gente vai fazer react aqui, mas eu não
tenho paciência de ver, não.
>> É,
>> eu eu é eu eu dependendo do do
dependendo do podcast, eu espero os
cortes, os react assim, porque é é são
muito compridos também, né? E
basicamente
eh o debate também fica fica raso, né?
Então vai ser o Elias Javor com muito
com muito conteúdo contra o Pablo
Marçal, sem nenhum conteúdo, só com as
frases de efeito, com as ideias malucas
e com, sei lá,
>> com aquele charlatanismo, né, de quem
quer vender coisas, né, não
>> debater ideias. Então acaba que, [ __ ]
duas, três horas disso é cansativo, mas
quando você pega os cortes, [ __ ] aí
você tem, aí é ouro, né? E aí é melhor,
é melhor, melhor ir pelos cortes do que
pelo, pelo ponto doutor.
>> Com certeza.
>> É, mas o Pablo Marçal de certa forma e
vai um pouco nessa linha que a gente
tava falando do Olá, assim, né? É um
cara que ele fala que ele lançou também,
não sei com 50 livros. É um negócio
surreal assim. E é um é um pilantra, né,
cara? Assim. Então, eh, tem nesse
negócio da política, né, do do
>> do debate intelectual, do debate de
ideias, tem muito pilantra, né, cara? É
impressionante.
>> A palavra pilantra define muito bem ele.
>> Definantra é uma palavra que define
muito bem ele.
>> E caras que mudam de lado, cara. Isso
que eu acho muito louco. Assim, eu acho
que você pode se aperfeiçoar. Por
exemplo, eu conheci o o cara que já
morreu, Cláudio Júlio Tonholi, que era
um cara que eu conhecia na revista
Caraos Amigos e e era um cara que falava
de Timotil Leir e falava de vários caras
assim. Timotir, né? é um cara
libertário. E daí de repente o cara
virou um cara de direita, tava falando
da Jovem Pan, entendeu? O Reinado
Azevedo, a mesma coisa, que era um cara
super de direita, ajudou todo esse
movimento da direita e agora fica
flertando como lulista aí elogiando o
Lula. Então, e e tem muito dessa dessa
pilantragem mesmo que eu citei outros
esses dois outros dois casos que eu
considero também dois pilantras, né?
Um já morreu, inclusive, o Tonholi e o e
o e o Reinaldo Azevedo. E eu falo disso
mesmo, que esses caras são pilantras,
né? E a gente, eu tenho, eu tô aqui
muitos anos no jornalismo e eu vi vários
dessas figuras assim e e engana muita
gente, né, cara? Porque é fácil enganar
as pessoas, né? Uhum.
>> Então, as pessoas são realmente eh
>> Você acha que ele devendo pilantra em
que sentido? Porque ele mudou de de
posição? Ah, ele foi o responsável por
por boa parte desse animetismo, né, meu?
Teve uma época que ele ele ele
>> mesmo ele ele admitindo isso,
>> mesmo ele admitindo isso. Ah,
>> eu eu não confio nesse cara, não. Eu não
confio nele como jornalista, como ser
humano, eu não confio. Eu acho ele um
grande pilantra. E eu lembro, eu lembro
do Reinaldo Azevedo aparecer das
primeiras vezes que eu vi ele no Roda
Viva
>> como trotiquista.
>> É. É. E não, ele
>> ele já esteve em todos os lugares do
espectro. É, exatamente. Teve tem um
documentário da Libelu lá que era que
era a a liga eh
eh trotquista lá da da USP, né, do
campus da da USP. E ele era um cara que
tava ali meio flertando com aquilo, mas
também, ah, não, mas eu nunca me
envolvi. Então, eh, e eu lembro desse
dia no Roda Viva, eu não sei quem que
era que tava no e ele com os anéis, com
aquele chapéu dele já querendo causar,
né? E esses caras causam muito, como
eles não têm muito caráter, né, eles
vão, eles se moldam muito, muitas vezes
ao interesse do próprio patrão também,
né? Porque o que o patrão e deixa ele
fazer, quer que deixe ele fazer, isso eu
tô falando muito de jornalismo, né, onde
tem muito canalha, né? Então o cara vai
se adaptando ali e vai alcançando postos
mais elevados nas empresas, né? Isso.
Eh, eu vi muito, muito acontecer isso,
né? Eu já trabalhei em empresa grande.
Eu eu eu também não tenho nunca tive
muito apreço pelo Reinaldo, mas a partir
do a partir do momento que ele eh tornou
um pouquinho viável ali ajudando
Intercept na questão da Vasa Jato, meio
que ele tava meio que pagando um pagando
um assim, por isso que eu eu digo, né,
que
>> talvez ele tenha se arrependido, ele tá
ele pagou um preço, né, inclusive no
dentro do mercado de trabalho dele, ele
ele enfim foi
muita e hoje ele e hoje ele continua,
né, eh dentro do dentro do e esse e sim
tá dentro do campo progresso, da bolha
progressista. Hoje, se você for ver o
próprio podcast dele com outro jurista
lá, ele geralmente leva leva a galera
que a gente gosta de ouvir, que a gente
quer ouvir. Então, acho que talvez tenha
tenha havido uma transformação ali. Mas
claro, concordo com você, eh, não era
tão difícil saber qual era o lado certo
naquela época, né? Não foi nada, não
teve nada de muito diferente que
aconteceu, né, tirando a vasa jato, né,
que foi uma coisa que explícitou,
digamos assim, uma coisa grande dentro
do país, né, mas o lado certo e o lado
errado sempre sempre teve aí e sempre
foi fácil de de ver qual é, né? Tanto
que é tanto que é o que é o que continua
a ser o mesmo campo de hoje. Então
assim, eu entendo você, mas eu acho que
acho que acho que ele se arrependeu
também. tem um pouco de arrependimento e
tem um pouquinho de militância também
agora talvez.
>> É
>> que é, talvez seja um ponto positivo
para ele aí tentar se recuperar
moralmente falando, mas concordo com
você, F. Concordo.
>> Não, mas pode discordar também, não tem
problema não. Aqui a gente pode
discordar tudo. Eh, numa boa.
Eh, qual que é o próximo? Chega de
Reinaldo Zev. Vamos proas
Pix.
Vamos. Putz, isso aí, aliás, a gente
comeu essa bola aí porque a gente já
devia ter falado disso, que isso é um
escândalo, cara. Isso é muito absurdo.
>> É isso que tá [ __ ] o país até. É isso
que tá [ __ ] o país há 10 anos.
Se
>> for pensar bem, é isso que tá, é isso
que segura
>> a o país da merda. Como tá, como tá
segurando
>> cidades sem hospital gastaram milhões de
emendas Pix em shows. Desde 2023, 33
municípios mineiros, sem esse
equipamento de saúde, destinaram o
dinheiro público encaminhado por
deputados para contratação
de artistas. E a direita é engraçado
porque a direita fala tanto da dos
artistas da esquerda e lei ranet e lei
ruanê e lei juanê e não faz a a
autocrítica do do dos artistas
marqueteiros da direita, os Gustavos
Limas da vida, né?
farra com dinheiro público em cidades
que não oferecem o mínimo paraa
população. Levantamento exclusivo feito
pelo núcleo de dados do EM, né, Estado
de Minas, mostra que 33 prefeituras
mineiras sem hospital gastaram 8 milhões
em emendas Pix pro financiamento de
shows de artistas renomados, maior parte
deles do gênero sertanejo. Os números
são desde 2023. Também nessa
segunda-feira o EM mostrou que
considerando também os municípios com
esse equipamento público básico de
saúde, o estado torrou 34 milhões via
transferências especiais de deputados
federais e estaduais em atrações
musicais. Essas cidades sem hospital
somam 75 depósitos diferentes para
artistas com emendas Pix, apesar de não
oferecer esse equipamento de saúde
básico à população. No entanto, não é
possível garantir a ocorrência de 75
shows necessariamente, já que alguns
cachês são pagos até mesmo de maneira
parcelada diante do valor elevado. Entre
os municípios sem hospitais, o maior
gasto com shows pagos, com emendas com
emendas fica por conta de Alpercata no
Rio Vale do Rio, no Vale do Rio Doce,
com
com 860.000.
Lá aconteceram festividades promovidas
por artistas como a dupla sertaneja
Israel e Rodolfo e o conjunto Babado
Novo. Na sequência vem Sobralha, na
mesma região com R$ 850.000.
O município promoveu dois shows no
período analisado, ambos do sertanejo
Leonardo e Marcos e Belut.
Marilaque, outra cidade do Vale do Rio
Doce, sem hospital, gastou 718.000
em 10 shows pagos com emendas Pix. Na
lista estão artistas como o cantor
Leonardo, a ex-BB Gabi Martins e a dupla
João Neto e Frederico. O levantamento
considerar considera cruzamento de dados
do Congresso Nacional, da Assembleia
Legislativa, do Tribunal de Contas do
Estado e do Departamento de Informação e
Informática do Sistema Único de Saúde. E
é isso aí. Tem a tabela aqui para quem
quiser ver, ó.
Alpercata,
Sobralha.
Só micro
micromunicípio, né? Sobralha, Marilac,
Prudente Morais, Vieiras, Aricanduva,
tudo no interior aí?
>> Não.
>> Portubelo, Santa Catarina gastou 70% da
verba. Ah, é Minas, né?
>> Ah, é aqui é Minas. É Tribunal de Contas
do Estado.
>> Porto Belo e Santa Catarina. Eles usaram
70% do do da verba destinada à
secretaria de cultura ou turismo, se não
me engano, para um show do sertanejo.
>> Sério? Sertanejo, né?
>> Sertanejo é o é o é o projeto político
do agro, né?
>> Exato. Tem panca isso aí.
>> Exbs
também hoje em dia, né?
>> E é impressionante, né? Isso, né, cara?
Porque é um som que parece que
não eu respeito música romântica,
qualquer tipo de gênero tem que falar as
fixia social lá que é uma banda, né, que
a gente tem preço, um vocalista já que
fala da sociedade, fala dos problemas,
mas como é que se encaixa isso, né? o
cara gastar dinheiro com um
entretenimento desse barato, né, que não
não sei, não parece que não chega fundo
nas pessoas, que é um entretenimento
superficial assim e parece um e não é
porque as pessoas confundem isso muito
com o discurso elitista assim, mas eu
fico pensando nisso assim, sabe? É uma o
cara vai lá vê um show daquele enche a
cara e e tipo e gasta o dinheiro, né?
tem a questão do dinheiro público, que é
o mais grave de tudo, mas porque parece
que nada de do que a pessoa vê ali faz
com que ela pense um pouco eh no papel
dela na dentro da da do mundo, sei lá,
né? Que faça a pessoa refletir em alguma
coisa sobre a vida dela, não sei, além
de você vai ficar com a mulher, não vai,
ou sei lá o que, entendeu? Que não que
isso não seja, mas não existe não existe
criatividade musical, né? Existe
criatividade dentro dos trocadilhos,
dentro de de situações cotidiano,
envolvendo envolvendo bebida mulher. Eh,
muito ruim, né? E, e é como eu falei, é
um é um é um projeto político cultural
ali da, do pessoal do agro mesmo. Vem,
>> vem do interior do Brasil, do interior
do Brasil tentando chegar na na nas
capitais, né, litorâneas e tudo mais.
ali bate, bate um pouquinho, tem
resistência ali, mas no interior, no
interior da Bahiaó, você vai ouvir a
música que baiano gosta muito aqui, que
é que é o ritmo, que é a sofrência, né,
que é um é uma rocha, né, mas o
sertanejo tá muito muito dentro disso, a
batida é muito parecida, então é é eles
estão espalhando esse tipo de de de
música pelo país numa forma de dominação
cultural também, não é
>> de dominação cultural, de alienação
cultural inclusive, né, que é mais
maluco assim, não é uma coisa que
>> e quanto mais pro interior você vai,
>> quanto mais pro interior você vai, mais
você percebe isso, né? Mais você percebe
essa influência deles e são estão dentro
do do congresso, dentro de estão dentro
da dos bares, estão dentro das festas de
de tradicionais de de São João, por
exemplo, que é muito forte no Nordeste,
o Citranjo já invadiu, existe essa briga
eh eh o o carnaval também aqui na Bahia
também tem essa briga. Eh, não é não é
coisa séria assim, não é não é
brincadeira não.
>> É porque parece que a gente quer, eu não
quero ditar o gosto de ninguém,
entendeu? A pessoa quer ouvir um som que
a pessoa se sinta eh alienada só para
tomar cerveja, né? Não precisa ficar
ouvindo. Eh, questão é que só é só esse
som Fernando
>> música clássica, para para ter um jazz,
para ter uma MPB, mas eu não sei, me
parece que é um som que meu é se encaixa
muito num movimento de imbecilização das
pessoas, né? Então, você tá gastando
dinheiro público, que já não devia ser
gasto dessa forma irresponsável, né, pro
hospital, é muito mais importante do que
eh, quer dizer, eh, cultura é muito
importante, né? Aliás, o nosso lema aqui
do do Zona CVA é cultura e defesa de
arma pessoal, que que é um dos meus
escritores preferidos, que é o Fausto
Wolf,
>> que é a cultura defesa de arma pessoal.
Mas esse tipo de som é um som que me
deixa você mais fácil de ser manipulado
pelo prefeito da cidade, entendeu? Que
geralmente é o entendeu?
>> É massivo, Fernando. É, é massivo. E é
só essa a única, é, é uma opção só de
música. Não tem, não tem problema se
isso fosse uma das, sei lá, 10 opções de
música que você possa ouvir aí você, aí
dá para dizer que é uma escolha pessoal,
né? Mas quando você você massifica isso
e isso se torna a única única coisa que
você ouve, aí já é outra é e é uma
tentativa de de influenciar realmente a
o gosto das pessoas e a a tal da guerra
cultural acontece por aí.
é que deixar as pessoas ali bêbadas e e
ao mesmo tempo aceitando tudo, né,
assim, né? Daí a pessoa vê aquele cara
com a Hilux, que é o cara do agro, ah,
mas ele merece ter aquilo. E tipo, não
sei, é um projeto de de emborrecimento
das pessoas também que é que é e é
bancado com dinheiro público, né? Com
dinheiro público.
>> Eh, tem a questão a gente pode
>> É, tem até dá pra gente continuar nesse
assunto, né? Caldinho com o próximo que
tem aqui, tá? Tá rolando aqui a CPI dos
pancadões aqui, que é um um problema que
vai um pouco nessa pegada, só que o
pancadão é é uma é uma coisa que
acontece em São Paulo de forma
espontânea, entendeu? Tanto que o o
Xavoso da USP já foi lá e tava lá o
Thiago, que é um cara que é um
>> É, então e e ele tava defend, né? Tava
lá o Rubinho defendendo, né? o tava
contra o pancadão e o cara lá, um cara
da periferia que estudou na USP e tudo.
Então, o cara tem formação eh debatendo
e ele falou coisas importantes aí que
>> tomando panc
o cara tá tomando pancadão lá na na
assembleia lá porque é uma melhor que a
outra, né? É,
>> os meninos são muito politizados, né?
São muito politizados e são do
enfrentamento. É, é. Manda aí. É muito
bom.
Porque o sujeito tá fazendo barulho na
porta da casa dele madrugada a dentro.
>> Olha, eu repito em solidariedade e
profundo respeito que eu tenho as
profissionais do sexo desse país, os
senhores preocupados com os
trabalhadores, me parece uma
profissional do sexo dizendo eu te amo a
seus clientes não costuma convencer
muito. Senhor, senhores sabem que os
moralistas franceses como lá Rocha
Foucault e Montain acreditavam que quem
paga de virtuoso esconde os piores
defeitos. Eu vejo aqui vaidade, eu vejo
vontade de autopromoção, eu vejo vontade
de descrédito.
>> É do
>> o Thiagosson é muito bom, cara. Deixa eu
botar mais um corte desse certo.
>> Desse trecho dele, porque o o o Rubinho
Rubinho Nunes, que é uma figura nojenta,
asquirosa, da política de São Paulo,
>> ele tentou, ele tentou broncar de de
cult para cima do Thiagson. [ __ ] olha,
olha isso, olha esse corte. Pode citar
para nós aqui um único exemplo de
conceito, harmonia ou técnica musical
criada por BAC, Betoven ou Deus? Falar
em harmonia tem que ter harmonia porque
existem outros modos, outros paradigmas
de organização musical. Ou seja, falar
em harmonia, falar em BAC, sendo que a
pronúncia dele é bar, falar em debuci,
sendo que a pronúncia é debsi, além de
ostentar um desconhecimento típico da
ignorância, a ignorância que, aliás, foi
estudada por Peter Burk da Universidade
de Cambridge, se os senhores não
respeitam mais a universidade pública,
talvez Cambridge vocês respeitem. O
Peter Buck estudou a ignorância e ele
percebeu isso, né? Ignorância tem essa
capacidade de ostentar. Os senhores
teriam muito a contribuir com o estudo
do Peter Burg. Cara, olha isso. Olha a
surra que ele deu neles, cara. Até a
corrigiu até a pronúncia mandou baix.
>> Então, mas aí vai, né,
>> o cara citar música clássica sem saber.
Duvido que ele ouça, né?
>> Não, imagina. É, então, mas o funk é
diferente. O funk tem, a gente pode
falar de fazer críticas ao funk como a
gente, mas é é outra pegada, né, cara? É
outra coisa completamente diferente
desse sertanejo do interiorzão que é sei
lá cara, é que aqui se a gente começar a
entrar nessa seara, a gente vai ficar
aqui nesse papo durante horas,
>> vai ficar no papo, vai ficar no negócio
da guerra cultural. A gente já repetiu
alguma, três, quatro vezes essa palavra,
porque isso aí também é guerra cultural.
>> Isso aí é criminalização dos movimentos
sociais, criminalização do pobre.
>> Eh, o método dos caras é esse, assim, a
guerra é por aí. Ninguém tá querendo
melhoria de São Paulo aí nessa nessa
assembleia aí. Com certeza, com certeza.
É, é. Existe um problema que que eu já
conversei com algumas pessoas que eh
assim eh eles porque como eles acabam
fechando áreas geralmente de uma
comunidade mais pobre, então o que se
faz não tem muita regulação. Então a
pessoa realmente à vezes tem que acordar
cedo. Tem tem questões ali dos moradores
que parte dos que não vão pro pro
pancadão, que muitos deles tem que
acordar 5 horas da manhã, né? e não
consegue acordar. Então, isso tudo pode
ser melhor eh eh se regular regulado
pelo poder público. O poder público tem
que ter uma um conversar com a
comunidade e ver a melhor forma de
fazer, porque é um processo cultural
completamente espontâneo, assim, né?
Eles se organizam,
aí tem a galera que vende a cerveja, vai
o cara do funk que é pago lá com
dinheiro às vezes também que não é de
uma origem meio esquisita, mas tudo bem.
Isso aí a comunidade aceita lá, né?
Aquela figura que tá bancando aquilo. E
então tem é uma organização que que que
é feita pela própria comunidade de uma
forma muito eh eh
>> movimento movimento econômico dentro da
comunidade é de e criar uma uma um ato
cultural, né? Uma uma coisa que é um ato
cultural, né? Uma uma coisa de
resistência cultural até, né?
>> Só que, né? é feito às vezes de uma
forma e às vezes tem violência, tem tem
uma série de problemas, né? Então não
vamos só glorificar o o pancadão como
sendo uma um mar de rosas, né? Teve já
muita violência, muita briga, muita
gente muito bêbada fazendo abuso sexual,
tem uma série de denúncias, só que meu
poder público tá lá para organizar, não
pro cara ficar falando que Bá é melhor
do que a fanqueira, entendeu? O que que
o cara entende de Bá? O Rubim Nunes
é uma
>> deve ouvir sertanejo. Esse esse esse
cara ainda
>> é deve deve
>> deve ouvir sertanejo.
>> É, então é [ __ ]
>> Vamos pra esquerda Gar luz agora.
>> Vamos. E esse aí da mulher aí, deixa pra
quarta-feira que a Lilan comente o a
próxima
>> a última aí da pauta.
Cheio de melos
com sabor de corpo com
oh.
Ah, difícil que que tá acontecendo aqui,
gente?
>> Que que é isso?
É o movimento. É forró, como é que
chama? Tem aí na na
o Joel Paviótico.
>> Forró contro o forró contemporâneo.
>> Mas que que tem a ver com a esquerda?
Isso aí para entender.
>> Não, o Joel Paviote tava falando, Joel
Paviot é um cara que estuda muito eh
segurança pública, não sei o quê. E ele
tava falando que tem muita gente que é
de direita
e que acha que a esquerda é isso,
entendeu? que é uma coisa e tem uma
parte da esquerda que é essa esquerda
mais eh pacífica da paz, paz e amor.
Aqui aqui em São Paulo tem muito disso,
principalmente nas universidades, né,
que numa esquerda que não vai pro
confronto, que acha que tem muito a ver
com as pautas identitárias. Então ele
tava um pouco eh falando sobre isso
assim, né? E e é o fenômeno das cidades
grandes assim, né? Que as pessoas eh e
de uma classe média também, né? que
porque tava até no debate porque tem a
questão do forró aí também, né? Porque o
forró
é um é considerado machista às vezes por
alguns caras de dessa esquerda mais sei
lá, eu acho que quem representa muito
bem essa esquerda grat luz lá da da da
USP é o Chico César. Assim, eu fui em
alguns shows que era essa galera assim,
entendeu? e que faz yoga, com todo
respeito, que a pessoa faz o que ela
quiser, faz yoga, que vai no Ese é um
retiro, né? Um retiro. Você vê para um
pessoalzinho,
eles estão até sacaneando o
pessoalzinho.
>> Ah, ó, deu, deu para identificar ali. Eu
fiquei, eu fiquei olhando pra construção
ali, né, que é um [ __ ] bonito lugar,
né? galpãozão assim, teto bem feitão,
>> lindo. Mas mas deu para ver ali que a
galera branca sudestina 30 mais que
curte essa vibe mesmo. E é uma coisa
geracional também. Eh,
>> aqui eu encontrei o o aqui tá car aqui
careta. Essa galera tá aqui, entendeu?
Tá em Caraíba, lá no sul da Bahia, tá em
tudo que é lugar.
>> Caraíba. Eu só não entendi, eu só, eu só
não entendi o porquê da esquerda, porque
com certeza a maioria volta na esquerda
ali mas
enfim. Mas tava gostoso, pessoal.
>> É porque é uma caricatura pintada pela
>> É uma caricatura pintada pela direita de
que a esquerda é isso, né? Isso aqui,
cara, é é mais um um discurso de
moralidade dando a dizer que essas
pessoas aqui
>> tão eh são poliamorosas e que elas fogem
do padrão da família tradicional como um
ataque moral no final das contas, né?
>> Tem muito menos contato físico aí do que
eh meia hora de de aula de jitson na
Grace na Grace Barra aí, entendeu? Então
a gente pode botar aí se se o problema é
se abraçar, é tá junto, é é tá tá
gostando de estar em contato físico com
outra pessoa, vamos lá na na nas
aulas de Jitsu, que é predominantemente
a galera de direita e fazer um
videozinho também. A direita jugeteira,
sei lá,
>> direita lá não tem amor.
>> Ah, lá não tem amor.
>> Ah, tem. Ah, tem homem, homem adora. Tá,
homem adora. Tá perto de homem. um amor
mais tipo contido que sai, né? É que que
não é uma torcida organizada querendo
brigar com outros caras. A torcida é
tudo é tudo desejo oculto do homem pelo
outro homem. E é real, existe mesmo.
>> E tem muito recalque aí quem critica,
tem muito recalque em quem critica essa
esquerda cirandeira aí,
>> porque na verdade queria estar no meio
ali entendeu?
>> Com certeza.
Mas eu fui uma vez no retiro, cara, e eu
sofri muito. Não era tão gratil assim,
mas era uma coisa de yoga. E você, tipo,
meu, não, não podia comer, cara. Só
podia comer lá umas
>> sopa deilhas sem sal, uma coisa
horrível cara.
>> E eu tinha levado umas bolachinha que eu
ficava comendo no quarto lá escondido
assim cara.
Mas, o veganismo tá muito mais,
>> o veganismo tá muito mais de acordo com
as pautas socioambientais aí do que, do
que a gente aí da churrascaria.
>> Eu sei, cara, mas essas coisas não dá
para mim, né? Dá para
>> fazer uma hora e meia de yoga e comia
melancia, só melancia e água.
>> Fal, não, cara, eu quero um, sei lá, um
café com um bolo, sei lá, qualquer
[ __ ] Tinha, cara,
>> depois de 1 hora e meia de yoga, [ __ ]
é o mínimo, né, cara?
É, então eu fico doido com essas coisas,
cara. Na fome eu começo a ficar doido,
cara. Eu preciso. Aí eu eu eu um dia eu
fugi, cara, que tinha uma mulher que
falou que queria ir embora. Aí eu levei
a mulher lá pra cidade, Camanducai, a
cidade, não lembro que cidade que era.
Aí eu cheguei na cidade para levar a
mulher na rodoviária
e parei na primeira padoca e falei: "Me
v americano".
Eu
falei: "Pelo amor de Deus, cara, quero
comer, velho. Vocês são louco, velho."
Daí eu voltei lá,
>> tem que pagar e tem que pagar caro para
est nesse lugar, hein?
>> Ainda paga, caro, não é baratinho, não.
>> É um baita nicho de É um baita nicho de
mercado aqui, tacaré. A galera aqui dá
uma aumentadia no preço porque a galera
do Sudeste tá aqui, cara. Essa galerinha
30 mais que trabalha. Eu, eu, por
exemplo, eu eu tenho inquilinos meus que
são home office de do Sudeste, entendeu?
Então eles estão gerando economia e
muita cidade pequena aí também. Então
também tem um tem uma tem um preconceito
aí contra eles, mas você consegue achar
achar coisa boa neles também. Não tem
problema não. Desde que continuem
votando, desde que continuem votando na
esquerda, não tem problema não.
>> Já tá bom. Já tá bom. Já
>> tá ótimo.
>> É que às vezes a gente precisa de mais
também mais pulsão, né, na esquerda, né,
porque só esse pessoal vai levar a gente
a gente vai perder sempre com essa
galera aí. É, mas a gente precisa, a
gente precisa do voto, os votos dele.
Mas eu acho também que precisa de um
pouquinho de ódio. Ódio, o ódio não, não
é de todo ruim, o ódio movimenta também.
>> Mas não só o ódio, né, como como é o
lado de lá, né?
>> A gente tem aí outras questões
envolvidas, mas tem que ter um pouquinho
de tem o coração tem que tá quentinho,
né, para para brigar por
>> É aqui no Zona curva vi os caras de
direita falando assim: "Ah, mas não é o
governo do amor, vocês não são do amor".
Ah, se [ __ ] amor, o [ __ ] vai tomar
no seu cu, né? Amorzinho, amorzinho.
>> É, os cara vem com essa sei que todo
mundo que esquerda é meio tonto do amor.
Não, não, cara. A gente tem raiva
também, cara. Tem bastante raiva. Mais
raiva do que a direita que você a
>> raiva deles, inclusive.
>> Raiva deles inclusive bastante.
>> É.
Lá Claudinho. Claudinho tá mais quietão
hoje né Claudinho?
>> Tô um pouco, mas é porque eu falei muito
na na minha. A minha garganta tá um
pouco
>> meia hora antes o Claudinho já tá lá.
mandando ver. Ah,
vamos nessa então, galera.
>> Vamos nessa. Vamos deixar o próximo pr
pra quarta que você falou que iria.
>> É, quarta-feira tem um aí que quero
ouvir a opinião da Lilia. Essa aí é
mulher troféu.
>> Eita.
>> É, é, é, é, mas é muito tr cara. Deixa
pra quarta-feira. Em quarta-feira a
gente mostra essa aí que é
>> é tem que tá tem que ser a Lilia para
lugar de parl tá vendo o caramelo com a
com a com a Janaína que a Jana tá aqui
em casa.
>> Ah, mas pelo menos ela não tá ela não tá
vendo Rede Globo ou Globo News, né?
>> Não, não. Hoje ela tá vendo Caramelo.
Porque porque Fernando, ela tá ela toda
hora ela tá falando: "Eu vi na Globo
News, eu vi na Globo." Aí o Death Hotman
>> dá um, tem que boicotar esse canal aí.
>> Eu vi, eu vi, inclusive, eu vi inclusive
na sexta-feira,
>> viu? final da novela.
>> Eu vi, eu vi. E mas depois ela acabou
novela novela não acabou ainda. Não
>> morreu. Ela não morreu.
>> Ela não acabou. Não acabou. A galera
continua falando porque tem tem
personagem da novela dizendo que ela
morreu sim e outro dizendo que daí a
neósk morreu. Não consigo entender
>> não. Ela morreu ela.
>> Mas ela tá morta desde
>> des.
>> Ela não morreu não. Ela aparece, ela
fala,
>> ela morreu em 89. Em 89 ela morreu.
>> Mas agora ela morreu, ressuscitou.
>> Não,
>> agora ela não foi não. Eu não sei que
ressuscitou. Continuou lá.
>> A não gostou do capítulo, não foi legal.
Boa noite, Raquel. Boa noite. Valeu,
galera.
>> Valeu, galera. Boa noite. Amanhã eu tô
de volta 7 horas. Vamos que tem joginho.
Valeu.
>> Valeu.
>> Beijo. Boa noite.
Loading video analysis...