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PRÊMIO NOBEL de ECONOMIA fala sobre "DESTRUIÇÃO CRIATIVA", o processo que ENRIQUECE o MUNDO

By ANCAPSU

Summary

## Key takeaways - **Nobel Prize for Creative Destruction**: The Nobel Prize in Economics recognized research on 'creative destruction,' the process by which embracing technological progress, even at the expense of old social structures, drives economic advancement. [00:04], [00:24] - **Technology's Unstoppable Advance**: Technological progress is a one-way street; attempting to slow down advancements like artificial intelligence to accommodate societal adjustment will cause a nation to fall behind. [01:32], [01:47] - **Horse Carriages to Automobiles: A Job Shift**: The transition from horse-drawn carriages to automobiles eliminated jobs like coachmen, stable hands, and farriers, but created new ones in the burgeoning automotive industry, ultimately increasing overall productivity and wealth. [04:10], [06:14] - **Innovation Thrives on Competition**: The fragmentation of Europe into numerous states allowed innovators and 'heretics' to escape suppression by moving to neighboring territories, fostering the very ideas that drove the Industrial Revolution. [12:04], [12:22] - **Fear of the Unknown Hinders Progress**: Societies often resist new technologies due to established institutions fearing power loss, concerns about social disruption, or an aversion to the unknown, even when statistics suggest the new technology is safer or more beneficial. [08:26], [10:31] - **Modern Information Dispersal**: The internet's decentralized information flow has disrupted traditional power structures, like those of mainstream media, by allowing diverse viewpoints to emerge and challenge established narratives. [02:39], [08:41]

Topics Covered

  • Embrace technological disruption or be left behind.
  • Creative destruction fuels societal progress and wealth.
  • Established powers resist innovation to protect their control.
  • Fear of the unknown, not actual risk, hinders technological adoption.
  • Political fragmentation fosters innovation by allowing escape.

Full Transcript

Capsul. E nós vamos falar agora sobre o

Nobel de Economia que saiu há alguns

dias atrás e que premiou três senhores,

os senhores eh Joel Mocker, Felipe Agion

e Peter Howwit. um eh israelense, um

holandês israelense, um francês e um

canadense ganharam o prêmio. A área que

eles estudam é a história econômica,

particularmente a chamada destruição

criativa, ou seja, como que o grande

processo, o grande progresso que você

teve na economia nos últimos séculos,

deveu-se justamente a você abraçar a

tecnologia, abraçar o progresso, mesmo

que isso venha às custas de relações

sociais ou o passado, digamos assim, o

status qu da sociedade. Vamos entender

esse caso aqui, porque eu acho que é é

realmente muito relevante a escolha do

tema deles que a gente tá vivendo numa

hora, num momento da história em que

muita gente teme o impacto da

inteligência artificial. E sim, o

impacto da inteligência artificial vai

ser muito grande. Realmente, não tem

dúvida. Muitas profissões vão deixar de

existir, muitas coisas vão mudar

completamente, mas vai ser para o

melhor. Vamos entender esse caso aqui.

Essa notícia foi sugerida por Papa Leão

V, Heitor e várias outras pessoas.

Obrigado aí ao pessoal que sugeriu

notícias lá no nosso site no visãoa.com.

E obrigado a você que tá assistindo o

nosso vídeo. Se você gosta do nosso

conteúdo, por favor, deixa o seu like,

se inscreva aqui no canal, né? Pois bem,

eu falo sempre para vocês isso, né? Eu

sou um grande fã de tecnologia. Eu acho

que esquece, tecnologia é uma mão de é

uma via de mão única. Você vai pra

frente, não tem passado, não tem voltar.

Ah, não. Vamos segurar, vamos fazer a

inteligência artificial mais

devagarzinho para dar tempo das pessoas

acostumarem. Se você fizer isso, sabe o

que que vai acontecer? Os chineses vão

falar, quer dizer, quer saber? Eu vou

aproveitar 100% agora. Cresce tudo que

eu vou dominar o mundo. Os os americanos

vão fazer a mesma coisa. E aí, ou seja,

você vai ficar para trás. Se o Brasil

optar por Não, temos que com calma da

inteligência artificial. O que nós vamos

fazer com os ascensoristas? Temos que

proteger os ascensoristas, os frentistas

de posto de gasolina. Não pode demitir

essas pessoas. Vamos com calma na

inteligência artificial. E aí, sabe o

que que vai acontecer? O mundo vai

avançar e nós vamos ficar para trás. A

verdade é essa. Então, e não tem jeito.

E esse esse a pesquisa dele é justamente

nesse sentido, mostrando, por exemplo,

né? É muito interessante que eles falam

aqui, aqui, ó, o conceito de destruição

criativa.

E sim, é uma bagunça. A tecnologia

bagunça o mundo, muda tudo, né? Você vê

aí o Alexandre Moraes, o Gilmar Mendes,

o Barroso, todo mundo com cu ardendo,

porque a informação descentralizada e

distribuída da internet incomodou eles.

Eles estavam acostumados a eles darem

ordem, né? Eles eram os grandes, né?

Teóricos jurídicos brasileires. Davam

ordem, pronto, todo mundo obedecia,

quietinho, ninguém reclamava, ninguém

xingava eles de idiota, de boca de sapo,

né? De rocambó do inferno, nada disso,

né? Cabeça de [ __ ] essas coisas tod,

né? Aí, aí, ou seja, surgiu a internet

que permite que as pessoas conversem

entre si, você tem uma difusão de

informação muito maior no final das

contas, né? E aí um uma um subproduto

disso é que essas críticas chegam nesse

pessoal. Eu lembro do dia que eu vi uma

uma um um uma videoconferência do

Alexandre Mores, foi 2020 ainda, quando

tava começando esse negócio todo do

inquérito das fake news e ele toda p

você acredita que uma pessoa falou que

iria me matar, estuprar meus filhos e

não sei que lá e coisa e tal. Amigo,

isso é internet, cara. As pessoas falam

m de merda na internet mesmo, pô. Para

com isso. O cara todo ofendido. Porque

não? Porque falaram isso?

Alguém, algum guerreiro de teclado

escreveu uma coisa na internet. Estou

com medo. [ __ ] assim, de novo, é

ridículo esse tipo de coisa. É lógico

que a gente sabe que tem outras coisas

também, né? Esse pessoal também tava

preocupada com a corrupção e e queria

esconder a corrupção deles e, né? se

sentia muito ofendido, tinha uma

forcinha para se sentir ofendido com a

internet nesse caso, mas é um caso desse

e a inteligência artificial vai ser um

negócio muito maior, né?

Aqui o caso curioso que eles colocam é o

seguinte: a indústria automobilística no

início do século XX é um exemplo de

destruição criativa. O automóvel fez

desaparecer as carruagens de cavalo.

Olha só, vocês talvez não tenham ideia

da quantidade de emprego que tinha

envolvido com a carruagem de cavalo.

Porque não era só o coxeiro que guiano e

tinha o coxeiro, evidentemente, né? Você

tinha o coxeiro que, né? Praticamente

todo mundo que tinha uma carruagem tinha

um coxeiro. Você não vai você mesmo

guiar sua carruagem, você tem um emprego

do coxeiro, né? E mas não é só isso. O

seu cavalo tem que comer. Então você tem

as os estábulos, né, que tinham lá em

várias cidades do mundo, tinham

estábulos. Aí tinha pessoa que servia

feno pro seu cavalo, não sei que lá.

Tinham médicos que cuidavam dos cavalos,

né? Médicos, no caso, veterinários, né?

Veterinários que cuidavam dos cavalos. E

o pessoal que coisa ferreiros para

ferradura. Pô, tinha uma indústria

enorme de ferreiros para ferradura de

cavalo e coisa e tal. E de um dia pro

outro, meu amigo, de um dia de um dia

não foi de um dia pro outro, né? Foi ao

longo de algumas décadas, né?

Ao longo de algumas poucas décadas, isso

tudo acabou. Pessoas que eram netos de

ferreiro, o cara é ferreiro de pai, mãe,

avô e e bisavô de ferreiro. Todo mundo,

a família inteira se criou fazendo

ferradura para cavalo, porque era uma

coisa muito importante, que tinha uma

demanda enorme, todo mundo tinha

carroça, tinha que andar de carroça no

centro da cidade, tinha, né? Tinha que

usar a ferradura e coisa e tal. O cara,

várias gerações da família do cara eram

ferreiros e faziam aquele serviço e

coisa e tal. E chegou no cara, um dia o

cara olhou para alguém, [ __ ] não tem

mais, não tem mais cliente, ninguém mais

quer querer, ferradura porque os caras

compraram Ford T e estão usando carro,

não estão usando mais mais carroça.

Imagina a quantidade de emprego que

sumiu quando inventaram os carros no

início do século XX. E realmente é uma

destruição criativa. É os estábulos, o

pessoal que cuidava de cavalos,

veterinários, os ferreiros. era os

coxeiros e e mais uma 1 milhão de coisas

que tinham em torno disso. Daí aí acabou

os empregos desse pessoal. O que que

esse pessoal fez? Morreu de fome? Não,

esse pessoal foi trabalhar em outras

coisas. Hoje a indústria de carros tem

uma uma infinidade de empregos que lidam

com carro. você tem os mecânicos de

carro, você tem os frentistas de posto

de gasolina, você tem um monte de outras

coisas envolvidas com o carro que eh eh

de certa forma substituíram os empregos

dos das pessoas que lidavam com cavalo.

Mas o mais interessante dessa história e

é o ponto que eles colocam aí é que você

tem um aumento do do valor agregado por

esse trabalho, né? O ferreiro ele

consertava era um cavalo por vez e coisa

e tal, né? Já o cara que trabalha, sei

lá, dentro de uma fábrica de produção de

carro, ele ele produz milhares de

carros. A produtividade é muito maior.

Quando você tem tecnologia, você tem

mais produtividade. Então, o que que

acontece com isso? Você libera uma parte

da mão de obra para fazer outras coisas

e e isso gera riqueza, né? Isso gera

realmente um uma elevação da sociedade.

É isso que gerou a riqueza que a gente

viu na sociedade ocidental eh eh, né,

nos últimos séculos, né? Eh, então, e o

ponto dele aqui é isso, que é uma coisa

e criativa, né? É lógico, se você vê a

notícia aqui, cada um lê o artigo dele,

né? E é lógico, os papers escritos pelos

três eh agraciados têm pontos de vista

diferentes e coisa e tal. Por exemplo,

um ponto que é colocado aqui, ó, é que

eh se destaca o problema da do atraso da

Europa, né? Eh eh aqui, ó, eh a crítica

de Aguiões está centrada nos europeus.

Ele fala que a Europa está perdendo a

corrida da inovação tecnológica pros

Estados Unidos e paraa China. Por quê?

Porque a Europa, diz ele, que não tem um

um ecossistema de financiamento de

instituições adequadas para a inovação.

Eu discordo dele nisso daqui. O que eu

acho que tem na Europa em excesso, que é

o problema do Brasil também, é excesso

de regulamentação. Você tem muita

regulamentação e regulamentação inibe a

a inovação, né? Porque toda inovação

implica em teste, em tentativa e erro,

em testar os limites do que você faz. E

se você tem uma burocracia muito grande,

você inibe esse tipo de coisa, você

evita esse tipo de coisa. Os Estados

Unidos tem uma cultura mais

empreendedora, né? E a China também tem

isso, a China também tem esse tipo de

coisa hoje, né? Curiosamente, eu acho

uma coisa interessante que eles falam

aqui do trabalho do Joel Mocker aqui na

na Wikipédia, tá dizendo aqui, ó, que

ele descreveu três razões pelas quais a

sociedade resistem a novas tecnologias.

Primeiro, as instituições estabelecidas

temem uma ameaça ao seu poder e a renda

econômica. É o que a gente tá vendo,

cara. Esse ódio às redes sociais que o

pessoal sente é exatamente isso. Eles

temem perder o controle. A a esquerda

aqui no Brasil, a elite aristocrática

socialista brasileira tava muito

contente porque ela tinha o controle da

narrativa, ela tava acostumada colocar

narrativa. A Rede Globo elegia

presidente e derrubava presidente, meu

amigo, a hora que quisesse. Fazia lá

narrativa deles, não tinha outra fonte

de informação. As pessoas confiavam na

Globo, os caras tinham isso na mão,

cara. E acabou de uma hora para outra.

Eu falei, puf, acabou. Você tem

informação descentralizada, tem milhares

de pessoas falando na internet. Não, não

sou que não é que eu sou melhor que a

Globo ou fulano é melhor que a Globo,

não, mas o fato de ter milhares de

pessoas, cada uma com um ponto de vista

um pouquinho diferente, você consegue

encontrar alguém na internet que pensa

como você e daí isso quebra o o

paradigma da Globo, isso quebra a a

dominância que eles tinham, né?

Outra coisa, preocupação com

repercussões sociais e políticas mais

amplas. Ah, mas o o frentista vai perder

o emprego dele, o advogado vai perder o

emprego dele paraa inteligência

artificial. Ai, mas tadinho do caronista

que desenha lá o negócio lá, vai perder

o emprego. Meu amigo, esquece, cara, não

tem jeito. As coisas vão mudando. Um, um

primeiro que uma pessoa realmente

criativa, o valor dela é a criatividade,

não é a capacidade de pegar uma caneta.

Isso, isso é importante também. É

verdade, não tenha dúvida, é uma coisa

difícil de fazer, mas o importante é a

criatividade da pessoa, a capacidade

dela dela ter uma ideia na cabeça e

colocar aquela ideia de uma forma eh que

passe aquela informação para as pessoas,

né? E a inteligência artificial não até

ajuda, pode ser mais rápido esse

processo, né? Então assim, essa besteira

de você ficar com medo, não, porque vai

demitir o pessoal, ai porque fulano vai

ficar sem emprego, ai tadinho de

beltrano que vai perder o emprego. E e a

economia eh eh destrutiva, a criação

destrutiva é importante, né? Outra coisa

que ele que ele coloca aqui, aversão a

riscos e perdas. Novas tecnologias têm

consequências imprevistas e

desconhecidas. Eu diria mais do que

isso. Por exemplo, a gente recebe, a

gente percebe muita resistência na

população quanto a energia nuclear.

Energia nuclear é perigosa. Usinas

nucleares são perigosas? São, são

perigosas. Você tem que tomar todo um

cuidado tecnológico para garantir que

elas não vão explodir como Chernobyl e

como Fukushima e tantas outras. Mas a

verdade é que se você olhar o número de

pessoas mortas em acidentes nucleares,

morreu muito mais gente em usina

termoelétrica, carvão do que o morreu em

usa nuclear, meu amigo. Não tem esse

negócio não. É, é o mesmo caso da da

conta do avião e do carro, né? Eh, eh,

morre muito mais gente em acidente de

carro no Brasil do que acidente de

avião. E no entanto, você tem pessoas

que tm maior medo de entrar no avião,

que não entra no avião por nada, ai que

morre de medo, coisa tal. Esse é

justamente o comportamento chamado

aversão a risco, que é justamente as

pessoas começam a ter uma eh como é algo

desconhecido, elas temem o algo

desconhecido, mesmo quando as

estatísticas vão no sentido contrário. É

muito mais provável você morrer num

acidente de carro do que você morrer num

acidente de avião. Mas e como o acidente

de avião é um negócio muito espetacular,

passa na televisão e coisa e tal, né,

acaba gerando esse comportamento de

medo. A mesma coisa a usina nuclear, né?

Uinas nucleares raramente dão problemas.

É, são e muito limpas, não geram

poluição, são cara perfeitas para tudo,

né? No entanto, quando dá um problema, é

um negócio enorme, catastrófico e coisa

e tal. Aí, ou seja, gera o medo na

população, gera essa versão a risco, né?

Outra coisa que eu acho muito

interessante que ele coloca aqui, olha

só, Mocker argumenta que a fragmentação

política, a presença de um grande número

de estados europeus, possibilitou o

florescimento de ideias heterodoxas, já

que empreendedores, inovadores,

ideólogos e hereges podiam facilmente

fugir para um estado vizinho caso

tentassem suprimir suas ideias e

atividades. Olha só o cara falando que o

que facilitou a a revolução industrial e

o aumento da tecnologia, né, a melhora

tecnológica que a gente viveu nos

últimos 200 anos, foi, de certa forma, o

anarcocapitalismo, né, que é é o

conceito de você escolher qual o governo

que você quer servir. Você e eh o anarco

capcapitalismo, é uma das maneiras de

você conceber um estado é justamente,

por exemplo, se aqui no Brasil a gente

tivesse o governo do Lula e o governo do

Bolsonaro, ao invés de ter eleição, você

ter que escolher um dos dois. E aí o que

ganhou o voto mesmo que ganhou com 1% de

voto, vai dominar todo mundo. Vai não,

não. Você tem os dois governos. Você

quer, você gosta do Lula, você acha que

o SUS é importante? Vivo o SUS. Você vai

lá e fica no governo do Lula. Você vai

pagar mais caro os impostos, né? O

Hadadora imposto, coisa e tal, mas você

vai ter os serviços, vai ter o SUS, vai

ter o Minha Casa, minha vida, Minha Luz,

minha vida, minha bosta, minha vida, sei

lá o quê que o Lula tá dando para você,

pô. Vai pro vai pro estado do Lula. Se

você, por outro lado, prefere um estado

mais inxuto, quer pagar menos imposto,

você vai pro estado do Bolsonaro. Você

paga imposto pro estado do Bolsonaro.

Ah, mas eu precisei ir pro SUS. Ah, não,

não tem SUS no no estado do Bolsonaro.

Não sei, né? Tô imaginando aqui, tô

cogitando, né? Eh, não, não tem su, você

tem que pagar o seu. Aí, pronto, você se

vira, cada um faz as suas escolhas, meu

amigo. Aí, aí você escolhe o que você

quer e vai pro lado correto. É, é o que

ele tá falando aqui. Uma maneira de você

ter isso na Europa medieval era

justamente você ter vários estados um do

lado do outro que você vota com o pé

muito rápido. De certa forma, foi também

o que desenvolveu muito os Estados

Unidos, porque eles têm esse conceito lá

também, né? Eh, os vários estados

americanos, cada um tem a sua lei, cada

um tem a sua estrutura política, cada um

tem a sua organização, né? Eh, eh, é

verdade que de um tempo para cá o o

governo federal americano tem crescido

de tamanho, mas durante muito boa uma

grande parte da história americana, os

estados eram totalmente independentes.

Aqui no Brasil a gente nunca teve isso.

Isso é uma das coisas que explica a

merda que o Brasil tá. Você morar no Rio

de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo,

Paraíba, não sei que lá, a diferença é

muito pouca. O imposto é o mesmo, as

leis são as mesmas,

os estados aqui no Brasil são meras e

divisões administrativas no final das

contas né?

Então isso é uma coisa que realmente faz

diferença, uma coisa que realmente eh eh

eh ajuda a inovação, né? A inovação ela

cresce justamente na tentativa e erro.

Se você sufoca eh a a inovação com leis,

com coisas, eu acho muito engraçado aqui

no Brasil o pessoal, ah, entenda,

regula já imediatamente. Ai, e se

fizerem uma imagem minha com corpo de

alguém que eu não gosto, ai, não pode,

regula já. Caramba, bicho. Se você

regular, você vai matar a inovação, você

vai garantir o atraso do Brasil nessa

área. Deixa, [ __ ] supera, cara. É,

hoje em dia, o mais legal é o seguinte,

se um dia tirar em foto sua, foto faceva

falsa inteligência artificial, fizeram

isso aí, não sou eu isso aí não, isso aí

fizeram, tá vendo? Resolve o problema. É

melhor não regular mesmo, não deixa

assim. Agora você tem uma desculpa, né?

Te pegaram no flagra lá, te pegaram e

tiraram foto de você com a vizinha lá.

Não, isso é inteligência artificial, ó.

Botaram minha cabeça aí, não sou eu não.

Isso aí é outra coisa. Não tem nada a

ver com isso não. Inteligência

artificial, tá vendo? Até melhorou, até

ajudou, [ __ ] Não precisa, não precisa

ficar preocupado de fazerem fake news,

não, pô. Então, e esse é o ponto. Achei

muito interessante a descrição que eles

colocam aqui, justamente em direção a

você se abrir pra tecnologia. Esquece

esse negócio. Ah, empregos serão

perdidos, infelizmente, serão empregos

para caramba. Muito emprego mesmo. Outra

coisa que eu acho engraçada aqui que ele

fala uma coisa sobre a importância da

universidade. Onde é que ele falou isso?

Em algum lugar que eu não lembro, é que

eu li esses, eu leio esses artigos todos

antes de fazer o vídeo, evidentemente,

né? Mas eh às vezes eu não lembro aonde

que eu li, em qual parte que eu li aqui,

mas ele fala justamente sobre a

importância da das universidades, do

conhecimento e não sei que lá para a eh

coisa, dando aquela ideia de que eh né,

temos que dar mais dinheiro pros

professor esquerdista do Brasil e não

sei que lá. E a verdade é que eu não

sei, cara, porque eu eh eh assim, eu não

tenho dúvida nenhuma que no passado a

universidade foi muito importante para

transmitir conhecimento. Hoje em dia eu

não tenho mais tanta certeza não, cara.

Hoje em dia você tem tanto conhecimento

no YouTube, tanto conhecimento na

internet, tanta possibilidade de

aprender coisas pela internet que eu

tenho minhas dúvidas se realmente o o

ponto aqui é temos que privilegiar a

universidade ou se não. Temos que nos

adaptar à nova forma de disseminação de

informações através da internet, né? É

muito mais importante do que as

universidades no final das contas.

Enfim, muito interessante o trabalho

deles. Recomendo muito. Eh, eh, outra

coisa curiosa que eu separei aqui nessa

questão de empregos que vão e vem, né?

Eu não sei se vocês tiveram a

oportunidade de ver esse seriado, é um

seriado que já tem uns anos já, mas fez

muito sucesso na Inglaterra, da Town

Abbey. Ele conta a história de uma

família na virada do século XX, né, que

foi justamente quando a a Inglaterra

começou a abandonar as as grandes

famílias, né, os lordes, né, o pessoal

que era eh ã dos nobres inglês. Hoje em

dia ser nobre na Inglaterra é lixo, né?

Não tem mais importância nenhuma você

ser nobre. O título te dá alguma coisa,

né?

eh tá cheio de nobre quebrado na

Inglaterra, uma de nobre que não tem

dinheiro nem para pagar a janta, né? E

eh eh por que que o que que aconteceu

nesse caso, né? Justamente porque a a

riqueza ou a importância, o centro de

gravidade da sociedade inglesa se migrou

do interior para as cidades, para as

indústrias, né, com a revolução

industrial. E aí conta o caso de uma

pessoa da família lá que eh eh na virada

do século, aliás, começa o seriado com

afundamento do Titanic, não sei que é

lá, que tinha alguém conhecido deles no

Titanic, eu não lembro, assisti a serado

há muito tempo, mas começa com essa

história, né? E aí eh eh o resultado

final da coisa é que eles têm que

preparar a sucessão do castelo, né? Eles

tem castelo, casas, né? Tem e tem toda

uma área lá, né? O local lá, o lord,

coisa e tal. E a pessoa que vai herdar

isso no final das contas é um cara que

meio que não tinha chance nenhuma de

herdar antes, mas como morreu todo mundo

no Titanic, ele passou a ser o herdeiro

lá de Down Town Abey, né? E é um cara

que é todo modenoso. Ele fala: "Não, eu

não vou querer um empregado para passar

minhas roupas, eu mesmo uso minhas

roupas, eu mesmo me visto, coisa tal". E

aí você vê o contraste que é o seguinte,

o cara chega na na na no para assumir lá

o posto dele de novo lord lá da região,

né? E aí o cara, não, deixa eu tirar sua

camisa. tirar. Aí ele falou: "Não, eu

mesmo, eu mesmo tiro minha camisa, eu

mesmo faço as coisas". Aí ele falou:

"Pô, mas mas aí senhor, que que eu vou

fazer? Você tá me tá caroando com o meu

emprego. Meu emprego é tirar sua camisa

e não sei que lá". E aí tem um monte de

coisa. O o empregado que era o

responsável por passar o jornal, né?

Passar ferro no jornal, porque aí o

jornal fica mais quentinho, gostoso de

ler e não solta tinta na mão da pessoa.

Havia uma pessoa responsável por passar

o jornal e o cara fala: "Não, pô, eu não

preciso disso. Eu pego o jornal, eu leio

o jornal eu mesmo. Não preciso jornal

quentinho para para ler o jornal e coisa

e tal". E aí que você vê, né, o o

impacto justamente da mudança cultural

destruindo empregos, né, é triste pra

pessoa. A pessoa passou a vida inteira

ali como mordomo, como, né, especialista

em tirar a camisa do chefe, não sei que

lá, enfim. E e não precisa mais agora o

cara, né, é inútil. Por outro lado, as

pessoas acabaram todas muito mais ricas

nas cidades. É destruição criativa. E

sem contar que a grande estrela dessa

desse seriado é a velhinha, né? a

matriarca da família lá, avó do pessoal

lá, que é ótima. Elas piadinhas delas

são ótimas.

[Música]

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